Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010
22 de Novembro, 2010
A Polícia Judiciária anunciou hoje a detenção de um homem de 42 anos suspeito de tentar matar, com uma arma de e fogo e em plena via pública de Valpaços, um estudante de 20 anos.

A detenção foi efectuada pela Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real depois de o presumível autor do crime se ter colocado em fuga, tendo sido apreendida uma pistola semiautomática de calibre 7,65 em situação ilegal, um cartucho deflagrado e munições.

Segundo refere a PJ em comunicado, os factos ocorreram quando a vítima, acompanhada de dois colegas, atravessava uma passadeira em Valpaços e o arguido saiu do automóvel que conduzia protestando contra a alegada lentidão da marcha dos peões.

A troca de palavras terá dado origem a uma luta corpo a corpo, após a qual o suspeito terá voltado à viatura para se munir de uma arma de fogo, com a qual efectuou um disparo que atingiu o estudante pelas costas, de forma superficial, causando-lhe ferimentos que obrigaram a tratamento hospitalar.

Depois de ouvido em interrogatório judicial, o detido, um técnico de reparações domésticas, ficou obrigado a prestar caução de 1500 euros e de se apresentar semanalmente às autoridades.

Lusa/SOL



publicado por AJREIS às 18:01
Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

A empresa que gere o Hospital de Valpaços, a Lusipaços, lançou um grito de alerta público sobre a iminência de encerramento da unidade, na sequência do conflito que mantém com a Santa Casa da Misericórdia local, a proprietária do hospital. "Na semana passada já não tínhamos produtos farmacêuticos básicos e fundamentais, como antibióticos, e há médicos sem receber há meses", admitiu um dos sócios da Lusipaços, o espanhol José Ignácio Lopes. Na origem da asfixia financeira estará o alegado incumprimento da Misericórdia na transferência regular das verbas relativas ao Sistema Nacional de Saúde (SNS) para a Lusipaços. Apesar de ser privado, o hospital de Valpaços funciona como se fosse público, graças ao acordo que a Misericórdia mantém com a Administração Regional de Saúde. E, por isso, é na conta da Santa Casa que são depositadas as comparticipações do Estado relativas aos doentes do SNS. "Não sei se o atraso é da Administração Regional de Saúde se é da Misericórdia, o que sei é que não estamos a receber com a periodicidade de antes", garantiu José Ignácio, revelando que, no final de Setembro, a dívida da Misericórdia à empresa ascendia aos 1,1 milhões de euros. O JN tentou ouvir o provedor da Misericórdia sobre o conflito, que, para já sem sucesso, está a ser mediado pelo presidente da Câmara. No entanto, Eugénio Morais não quis comentar o assunto, remetendo explicações sobre as "ilegalidades" da Lusipaços para ocasião "oportuna".

Fonte: Jornal de Noticias



publicado por AJREIS às 14:18
Quinta-feira, 07 de Outubro de 2010
Os deputados municipais mostraram-se preocupados com o Hospital de Valpaços
Os deputados municipais mostraram-se preocupados com o Hospital de Valpaços

O Hospital de Valpaços continua a dar que falar. A Misericórdia, acusada de estar a asfixiar financeiramente a unidade e de apoiar um sócio da empresa que gere o hospital para “bloquear” a gestão, promete esclarecimento em conferência de imprensa. O sócio em causa, Dario Martinez, reagiu, acusando outro sócio de estar a impedir uma auditoria às contas do hospital.

Em sede de Assembleia Municipal, vários deputados mostraram-se preocupados com a situação e apelaram ao entendimento.

O sócio da empresa que gere o Hospital de Valpaços, a Lusipaços, que reapareceu subitamente e apresentou uma providência cautelar que suspendeu a nomeação de Gaspar Borges, antigo presidente da Junta de Valpaços, para o cargo de gerente da firma (ver Semanário TRANSMONTANO da semana passada), garante que é “mentira” que o hospital possa vir a encerrar. A possibilidade foi admitida ao ST na edição da semana passada quer pelo director clínico, Afonso Videira, quer pelo sócio da Lusipaços, José Ignacio, que, além da sua quota, representa o terceiro sócio da firma. Um e outro admitiram que a Santa Casa da Misericórdia, proprietária do edifício e a entidade que detém o acordo com o Ministério da Saúde, e por isso, quem recebe as comparticipações do Estado pelos doentes do Sistema Nacional de Saúde, está a bloquear essas mesmas verbas, asfixiando financeiramente a empresa. “O que está a fazer (José Igancio) é a meter medo à população, a intoxicar”, afirma Dario Martinez, admitindo que há verbas congeladas, mas apenas no valor de “300 mil euros e não de 800mil”, como foi dito por José Ignacio.

Dario Martinez acusa também José Ignacio de “estar a impedir” uma auditoria às contas da empresa, que diz estar a tentar que seja aprovada desde 2005. “Eu quero saber o que se passa”, diz, garantindo que sabe que existem facturas de elevadas quantias que foram pagas a uma empresa de Jose Ignacio e que quer ver esclarecidas. Além disso, alega que quer ver clarificados contratos com determinadas empresas que fornecem o hospital, nomeadamente a empresa que fornece lentes intra-oculares e sangue. Também quer ver esclarecido o contrato de sub-arrendamento do hospital e uma clínica dentária.

Questionado sobre o facto de ter deixado de aparecer no Hospital desde 2001, altura em que cessou funções de gerente, justificou que “tinha outras empresas” e que “eram outros que estavam a receber quantidades industriais de dinheiro”. Dario Barros negou também “estar fugido à polícia”, até porque renovou ainda este mês a carta de condução. No entanto, segundo um documento da Guarda Civil de Ourense a que o ST teve acesso, em Julho, Dario Martinez encontrava-se em paradeiro desconhecido. A localização foi pedida por um tribunal que não o conseguia notificar.

Quanto à sua ligação à Santa Casa da Misericórdia, referiu que a instituição também quer ver esclarecida a situação. Quanto ao facto de ir ao hospital sempre acompanhado de funcionários da Misericórdia, justificou que é para lhe servirem de “testemunhas”. E quanto ao facto de estar alojado numa casa da instituição, garantiu que só ficou lá após se ter sentido indisposto. “Antes, estava em hotel”, garante.

Na sexta-feira da semana passada, o assunto chegou à Assembleia Municipal, onde vários deputados e o próprio presidente da Câmara manifestaram preocupação com o eventual encerramento do hospital na sequência desta guerra. Todos os intervenientes apelaram ao entendimento.

O advogado da Santa Casa, para quem o provedor remeteu qualquer esclarecimento sobre o assunto, António Telmo Moreira, disse ao Semanário TRANSMONTANO que a “guerra” não é entre a Misericórdia e a Lusipaços, mas entre os sócios. E prometeu mais esclarecimento para uma conferência de imprensa, a marcar.

 

Lapso

Por lapso, na semana passada, foi suprimido do texto sobre o hospital de Valpaços, o parágrafo onde se dava conta do facto de o Semanário TRANSMONTANO não ter conseguido obter uma reacção da Misericórdia. Contactado, na altura, o provedor da instituição, Eugénio Morais, remeteu esclarecimentos para o advogado da instituição. No entanto, até à data de fecho da edição, o Semanário TRANSMONTANO não consegui chegar à fala com o causídico.

Fonte: Semanário transmontano



publicado por AJREIS às 12:11
Domingo, 26 de Setembro de 2010

O presidente da Câmara de Valpaços, Francisco Tavares, discordou do encerramento de algumas escolas primárias antes da conclusão do centro escolar e, por isso, não está a assegurar o transporte das crianças dessas localidades, avançou hoje à Lusa.

 

Havia um acordo entre a Associação Nacional de Municípios e o Ministério da Educação para não encerrar as escolas primárias antes do Centro Escolar de Valpaços estar concluído, mas não foi isso que aconteceu”, adiantou o autarca.

Por isso, disse, “a autarquia continua a não assegurar o transporte das crianças das localidades onde as escolas primárias foram encerradas”.

O Centro Escolar de Valpaços ainda está em fase de conclusão e, “mesmo assim, o Ministério da Educação avançou com a decisão de encerrar as escolas”.

Desta forma, “enquanto o centro escolar não entrar em funcionamento a autarquia continuará a não custear o transporte dos miúdos”.

Desde que começou o ano lectivo, o transporte dos alunos de Água Revés, Canavezes, Possacos e Valverde para a escola de acolhimento está a ser feito em táxis pagos pelo Ministério da Educação.

 

Aliás, para Francisco Tavares, “as escolas para onde vão as crianças não têm melhores condições do que as suas antigas escolas primárias que encerraram”.

O autarca valpacense afiançou que em Carrazedo de Montenegro, onde encerraram sete escolas primárias, não se opôs porque o centro escolar estava concluído”.

Em comunicado enviado à imprensa, a Comissão Política Concelhia do PS tece duras críticas ao presidente da Câmara referindo que “ as crianças do concelho de Valpaços não são todas iguais”, porque “parece haver crianças de primeira e crianças de segunda”.

Acrescentando que “é lamentável que os responsáveis deste concelho não percebam que os desentendimentos que possam ter com as tutelas e com o Governo nunca, em caso algum, podem colocar em causa o interesse dos munícipes e, neste caso concreto, os interesses das crianças”.

 

fonte: Jornal público



publicado por AJREIS às 20:09
Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

Hospital de Valpaços em risco de sobrevivência

José Ignacio acusa a Misericórdia de querer acabar com o hospital e culpá-lo a ele por isso
José Ignacio acusa a Misericórdia de querer acabar com o hospital e culpá-lo a ele por isso

Uma guerra entre a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços e dois sócios da empresa que gere o hospital valpacense está a pôr em risco a sobrevivência da unidade. Preocupado com a iminência do encerramento, o presidente da Câmara, Francisco Tavares, está a tentar mediar o conflito entre as partes. Perante a instabilidade, alguns médicos já terão ameaçado abandonar o hospital.

A gestão do Hospital de Valpaços está em combustão. A Santa Casa da Misericórdia, proprietária do edifício onde funciona a unidade e a entidade que detém o acordo com o Ministério da Saúde para que o hospital funcione quase como um hospital público para utentes do Sistema Nacional de Saúde, está em guerra aberta com dois dos três sócios da empresa que gere o Hospital, a Lusipaços, ligada ao grupo espanhol Cosaga. O acordo entre a Misericórdia e a Lusipaços não prevê qualquer interferência da instituição na gestão hospitalar. No entanto, a Misericórdia tem nas mãos um trunfo de gestão poderoso. Todas as verbas relativas ao pagamento das comparticipações do Estado pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde e de outros subsistemas de saúde estatais, como a ADSE, por exemplo, são pagas à Santa Casa, que posteriormente está obrigada a transferir para a Lusipaços. No entanto, ao que foi possível apurar, a Santa Casa estará a bloquear as transferências, estrangulando financeiramente a gestão do hospital. As verbas não transferidas já ascenderão aos 800 mil euros. E, além do pagamento do vencimento dos funcionários, a falta de dinheiro também está a afectar o pagamento do serviço dos médicos, bem como às empresas fornecedoras de material clínico. Ao que foi possível apurar, algumas operações agendadas para este sábado poderão mesmo ser canceladas por falta de material. As empresas fornecedoras de lentes intra-oculares e o laboratório de sangue já terão recusado entregar mais material se as facturas em dívida não forem pagas. A situação, como confirmou ao Semanário TRANSMONTANO o director clínico, Afonso Videira, também já levou alguns médicos a “ameaçar” abandonar o hospital. Mas o alegado estrangulamento financeiro da Misericórdia não é o único factor que está a provocar o caos na gestão da unidade, que se destaca nas áreas de cirurgia oftalmológica e ortopedia. O sócio da Lusipaços, a quem, em Fevereiro passado, a Misericórdia pagou 5.500 euros pelos 33,33 por cento da sua participação na empresa (conforme um recibo de quitação a que o ST teve acesso), um negócio que acabaria por não se concretizar, apareceu subitamente. Dario Barros Martinez, que, segundo uma informação da Guardia Civil de Ourense, a pedido de localização de um juiz de um tribunal da mesma cidade, se encontrava em paradeiro desconhecido, em Julho deste ano, quer agora assumir o cargo de gerente. No passado dia 13 interpôs uma providência cautelar, já aceite, para suspender a nomeação de um gerente que, ao que foi possível apurar, tinha sido sugerido por algumas entidades da cidade, por “gozar de prestígio” e, desta forma poder apaziguar os ânimos. Em causa estava Gaspar Borges, antigo presidente da Junta de Freguesia de Valpaços. Para justificar a providência cautelar, o advogado de Dario Martinez, o mesmo da Santa Casa, António Telmo Moreira, terá alegado ilegalidades na acta de nomeação.

Contactado pelo ST, José Ignacio Lopes, o sócio maioritário, em função de uma procuração do terceiro sócio, garante que já está a contestar a providência. “Eu sei que o Tribunal me vai dar razão, o meu problema é tempo. O pacto social obriga à assinatura de dois gerentes, e com Gaspar Borges suspenso estou de mãos atadas. Não posso sequer assinar os cheques para pagar aos fornecedores. Já este sábado podem estar em causa as cirurgias que estavam programadas”, explicou. Quanto à guerra com a Santa Casa, José Ignacio fala em “sede de poder” por parte da instituição. “Eu não entendo como é que a Santa Casa apoia o sócio Dario Barros, que desde 2001 nunca mais apareceu por aqui, tem problemas com a justiça e o fisco, e não apoia Gaspar Borges, que é uma pessoa com prestígio na cidade e até é irmão da Misericórdia. Porquê?”, questiona José Ignacio, médico de formação, para concluir: “A Misericórdia quer acabar com o Hospital, mas não quer ficar com a culpa, então, está a fazer de tudo e a usar todos os meios para que pareça que a culpa é dos ‘espanhóis’”.

Quem também não percebe a postura da Santa Casa é o director clínico do Hospital, o valpacense Afonso Videira. “A Misericórdia está a pôr em causa um acordo que assinou com uma empresa espanhola que é a Cosaga e que tem gerido o hospital, apesar de alertada por mim e pelo próprio presidente da Câmara para que haja entendimento e as coisas cheguem a bom porto”. Para Afonso Videira, se não houver entendimento, “o mais provável, é que o hospital encerre”. “Espero bem que não, porque se trata de um hospital que faz imensas cirurgias oftalmológicas e ortopédicas e presta um excelente serviço à população”, defende.

O presidente da Câmara também se mostra preocupado com a situação. “É uma mais valia local e regional, com valências que funcionam muito bem. Tudo faremos para que continue e para que as partes se sentem à mesa e resolvam o conflito”.

 

fonte: semanario transmontano



publicado por AJREIS às 11:39
Sábado, 18 de Setembro de 2010

Na aldeia de Argeriz em Valpaços há uma videira, uma só, que produz quase uma pipa de vinho. A cepa tem trinta anos e cobre por completo o terraço de uma casa.

Ver video:

 



publicado por AJREIS às 17:48
Terça-feira, 14 de Setembro de 2010

Valpaços viveu mais de uma semana de actividades para todos os gostos, proporcionadas pela autarquia. Entre 28 de Agosto e 5 de Setembro não faltaram atractivos para quem visitou a Capital do Folar, num investimento para a autarquia de cerca de 125 mil euros.

O jardim público recebeu centenas de pessoas, no sábado, 28 de Agosto, que assistiram ao XXVII Festival de Folclore, com actuações de grupos de todo o país. Foi a primeira das muitas enchentes que assistiram aos concertos e actividades culturais ao longo de mais de uma semana. O programa, que conciliou, como habitualmente, a programação profana com os festejos religiosos, apostou na diversidade, procurando assim atrair todos os tipos de público.

Desporto, Pintura ao Vivo, Gala dos Fados deliciaram valpacenses e visitantes, bem como a actuação do grupo valpacense “Cronologia dos Sons” e do Grupo de Cavaquinhos “Gerações”, de Mafamude. A procissão de velas desceu a avenida na quarta-feira, dia 1, levando o andor de Nossa Senhora da Saúde do Santuário à Igreja Matriz, seguida do concerto pela Banda Municipal de Valpaços. Na mesma noite surge outra das novidades deste ano das Festas 2010 do concelho de Valpaços: a Young Night.

Uma noite de e para os jovens valpacenses, que contou com a actuação dos “The Dog Biscuits” e DJ’s. “O artista português Fernando Pereira foi uma das principais atracões das Festas de Valpaços. O cantor e imitador português desde 1982 com contou uma multidão para o ver na Rotunda do Tanque Novo, quinta-feira, dia 2. A sexta-feira teve algumas novidades preparadas. Depois de mais uma perícia nocturna, que reúne, ano após ano, muitos amantes do desporto automóvel, a noite foi de nostalgia, num concerto apelidado de “Memórias”, que reuniu grupos valpacenses que já existiram no concelho.

Sábado, dia 4, dia da grande romaria

O primeiro sábado do mês de Setembro é sinónimo de festa em Valpaços. O dia principal das festividades em honra de Nossa Senhora da Saúde começa bem cedo, com a chegada das bandas de música e actuação das mesmas. O Circuito Motorizado começou ao início da tarde, antes da procissão, que atrai, ano após ano, milhares de fiéis, que acompanham a imagem de Nossa Senhora da Saúde da Igreja Matriz ao Santuário.

À noite o arraial contou também com a presença de Joana, cantora portuguesa de música popular. Foram milhares os visitantes que esperaram pelo fogo-de-artifício, cerca da uma da manhã, e as melhores expectativas confirmaram. No Domingo ainda houve música no Santuário de Nossa Senhora da Saúde, não antes das provas de ciclismo, que atraem à cidade dezenas de ciclistas amadores e profissionais.

 

Fonte: Noticias de Vila Real



publicado por AJREIS às 23:36
Domingo, 12 de Setembro de 2010

Dois homens com 21 e 28 anos foram detidos ontem à tarde (dia 6), em Santiago Ribeira de Alhariz, Valpaços, por posse de produto estupefaciente. A acção, desenvolvida pela GNR de Valpaços, permitiu apreender 18 plantas de cannabis cultivadas e outras 12 já em secagem. Os militares deram ainda cumprimento a um mandado de busca domiciliária tendo apreendido, por medida cautelar, uma espingarda de caça, calibre 12, registada em nome de uma terceira pessoa. Foram constituídos arguidos e prestaram Termo de Identidade e Residência.

Fonte: GNR



publicado por AJREIS às 22:18
Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010

foto

A Equipa de Intervenção Fiscal da GNR de Chaves apreendeu centenas de imitações de conhecidas marcas de roupa e de acessórios de moda na feira mensal de Carrazedo Montenegro, em Valpaços. Em causa estão quase 600 t-shirts das marcas Adidas, Nike, Puma, Pepe Jeans e Benetton; cem pares de sapatilhas das marcas Nike e Puma; 16 óculos Ray-Ban; 69 cintos das marcas Hugo Boss, Giorgio Armani, Prada, Louis Vitton, Levis e Diesel e ainda três carteiras Dolce e Gabanna. No total, o valor da mercadoria ascende aos 25.500 euros.

Durante a operação, que decorreu na passada terça-feira, foram identificados dois indivíduos, com 28 e 37 anos, residentes em Valpaços e em Verín, Espanha.

 

fonte: semanario transmontano



publicado por AJREIS às 10:58
Sexta-feira, 09 de Julho de 2010

Desconhecidos assaltaram ontem o Tribunal Judicial de Valpaços, de onde levaram um tapete de Arraiolos que estava pendurado na sala de audiências, um sintetizador, uma câmara de vídeo-conferência e uma impressora.

CM



publicado por AJREIS às 22:06
Valpaços

Acidente durante obras de saneamento deixa dois homens, 45 e 54 anos, soterrados. Acabaram por ser salvos.

Foram momentos de grande angústia vividos ontem na pequena localidade de Valongo, na freguesia de Ervões, Valpaços, quando os funcionários de uma empresa a que tinha sido adjudicada a instalação do saneamento básico ficaram soterrados durante mais de três horas, após um deslizamento de terras.

Tudo aconteceu por volta das 16.30, quando depois de abrirem uma vala, dois funcionários da empresa Fausto e Eduardo, de 45 e 54 anos, sem escorarem devidamente o terreno, saltaram para o buraco para procederem à instalação das manilhas de grandes dimensões, onde posteriormente iria funcionar uma caixa. Nesse momento, e com os dois homens no buraco, ocorreu um deslizamento de terra e ambos ficaram soterrados com grandes quantidades de terra em cima. O pânico instalou-se e pensou-se logo no pior.

As tentativas para remover as pedras e a terra começaram de imediato, mas inicialmente os homens não davam sinal. Para o local foram os bombeiros de Valpaços, de Chaves e de Carrazedo, bem como a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Vila Real e a SIV de Mirandela.

Outro trabalhador da mesma empresa, que sabia onde os colegas se encontravam, começou a retirar terra e foi quando se aperceberam do pedido de socorro, sinal de que alguém estava vivo.

Mesmo assim, a retirada foi complicada. O primeiro homem foi retirado por volta das 19.00 e o segundo por volta das 20.30.

DN



publicado por AJREIS às 21:44
Terça-feira, 04 de Maio de 2010

O GD Valpaços fez história e é a primeira equipa do concelho a vencer a Taça Distrital de Futsal Masculino. Num encontro só decidido após o prolongamento, o GDV, depois de estar a perder por 3-1, ainda foi alcançar a vitória.
Um jogo, no mínimo, emotivo aquele que se disputou no Pavilhão Dr. Francisco Gomes da Costa, em Vila Pouca de Aguiar, na tarde do passado sábado, dia 17, e que decidia o titular da Taça de Futsal Distrital Masculino.
Entraram melhor os valpacenses que inauguraram o marcador, pelos pés de Toyota, ainda não tinham decorrido dois minutos de jogo. Contudo, a jovem equipa de Peso da Régua mostrou que não tinha chegado à final “a passeio” e, três minutos depois, empata o marcador.
A equipa de Álvaro Santos, sofrendo com a ausência de Nico, por castigo, mantinha o jogo equilibrado e a aguentava a pressão do adversário. Maia ia mostrando trabalho, a justificar a titularidade, mas, quando passavam oito minutos de jogo, não consegue evitar o 2-1, e equipa A. Beira Douro adianta-se no marcador.
Verificaram-se alguns erros na equipa de arbitragem, que poderiam ter conduzido o jogo de outra forma, como amarelo apenas a um jogador, quando dois jogadores, um de cada equipa reclama, mas as falhas parecem não ter afectado o rumo do jogo.
Depois de ambas as equipas chegarem à quinta falta, a equipa de arbitragem vê a sexta feita pelo GDV, mas Maia defende. O mesmo se regista na sexta falta marcada à equipa do Douro, e na sétima é o adversário do GDV que remata bem ao lado da baliza de Maia.
A boa prestação das equipas continuou no segundo tempo, mas o GDV superiorizou-se quando jogou “em equipa” e a perder por 3-1, alcançou o empate que permitiu o prolongamento, onde dominou e foi mais objectivo.
As duas equipas estiveram bastante semelhantes e o guardião duriense negou várias vezes o golo ao actual segundo classificado do campeonato.
Três minutos decorridos da segunda parte e os durienses aumentavam a vantagem para 3-1.
Pouco depois, Rodas ameaça com uma bola à trave, Maia também optava pelas bolas altas, até que Padilha começa a reviravolta no marcador para o Valpaços, sensivelmente, a meio do segundo tempo. Bruno Silva, pouco depois, garante o prolongamento com o empate a 3 bolas, ainda que o guardião adversário tivesse continuado a “brilhar” e a dificultar a vida aos valpacenses.
Prolongamento decide vencedor da Taça
O período de prolongamento foi “de loucos”, com o GDV a inverter o jogo, mas com a dúvida do vencedor até ao final, pois os durienses continuaram a dar uma boa réplica.
Nos primeiros cinco minutos, os valpacenses desempataram através de Padilha, deixando tudo em aberto para os cinco minutos finais. Na conversão de um livre directo, Bruno Silva não perdoa e resolve a questão, bastando, depois, aos valpacenses gerir a posse de bola, o que enervou os reguenses que não suportaram a pressão no período final.

Cenas de pancadaria dentro e fora do campo
A aproximadamente vinte segundos do fim, já com o resultado feito, o encontro entre as duas equipas finalistas ficou marcado por cenas de violência que não se justificavam e que nasceram, quanto nos foi possível perceber, de uma falta cometida por um jogador do Valpaços que foi seguida de insultos, e empurrões, dentro das quatro linhas e junto dos bancos de suplentes.
Horácio ainda assumiu a baliza, depois da expulsão de Maia, mas nem chegou a fazer o gosto “à mão”.
Depois da confusão que se gerou, o árbitro mostrou quatro cartões vermelhos e o jogo acabou sem se saber, ao certo, quantas pessoas estavam em campo.
Também na bancada se gerou confusão entre os adeptos, foi necessária a intervenção da GNR de Vila Pouca de Aguiar para acalmar os ânimos, mas, como quase sempre nestas situações, não se sabe a origem nem o porquê.O GD Valpaços conquistou, assim, a I Taça de Futsal Distrital Masculino para o concelho, ao mesmo tempo que continua na corrida para o lugar

 

 

Fonte: Jornal a voz de chaves



publicado por AJREIS às 09:20
Segunda-feira, 15 de Março de 2010

Em Valpaços provar o bom Folar


 

15.03.2010

Trata-se de mais uma edição da Feira do Folar, a 12ª, naquela que quer ser conhecida como “capital do folar”. Um evento que, para além daquela especialidade, aposta na animação.

Bandas filarmónicas, ranchos folclóricos, concertinas e o VIII Passeio de Cicloturismo «Rota do Folar» são algumas das atracções inseridas no evento que decorre no Pavilhão Multiuosos.

A organização é da responsabilidade da autarquia local.
 



publicado por AJREIS às 12:21
Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

Um homem esteve mais de três horas à espera para ser visto por um médico na Urgência de Chaves, morreu passado pouco tempo. Inconformada, a família reclamou junto da instituição.

Acompanhado de duas pessoas da família, António Afonso, de 73 anos, deu entrada nas Urgências do Hospital de Chaves cerca das 12.30 horas. Segundo as familiares, o idoso, residente na Gorda, em Montalegre, queixava-se de fortes dores abdominais, de estar muito inchado na barriga, de ter vómitos e diarreia. Foi triado de verde, cor associada a casos não urgentes. Já teria passado mal a noite, segundo a família.

Ficou sentando numa cadeira de rodas na ante-sala da Urgência. «Ele estava todo aninhado na cadeira, via-se mesmo que estava cheio de dores. Eu ainda fui falar com uma enfermeira, mas ela disse-me que não havia nada a fazer, que só havia dois médicos nas urgências», recorda uma familiar.

Quase três horas depois, o estado de saúde do idoso ter-se-á agravado. «Suava muito e começou a sentir falta de ar e a ter convulsões. Eu perguntei-lhe: «o tio está bem?» Ele só me disse: estou muito cansado. Então eu disse à minha mãe: chama alguém por favor que o tio vai morrer aqui!». Perante a aflição das duas mulheres, António terá sido chamado para nova triagem. Desta vez, foi-lhe dada cor laranja, associada a casos urgentes. Minutos depois, foi visto por um médico. Já na maca, terá tido diarreia e começado a sangrar pelo ânus.

De acordo com a família, o óbito acabaria por ser declarado às 17.17 horas, menos de hora e meia depois de ser visto por um médico. A causa de morte declarada aponta para «edema pulmonar consequente a demência».

A família não se conforma. «O tio António não merecia morrer assim! Não é justo estar ali aquelas horas e ninguém querer saber», disse a familiar, que, ontem, apresentou uma reclamação no Livro Amarelo da instituição.

«Eu não ganho nada com isto, mas é só para alertar as pessoas para as condições de saúde que temos nos hospitais da região», justificou a mesma pessoa da família do doente que acabou por morrer.

O JN tentou ouvir uma reacção do presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, no qual está integrada a unidade flaviense. No entanto, Carlos Vaz nunca atendeu.

As Urgências do Hospital de Chaves têm registado um anormal congestionamento desde o Natal, por falta de clínicos gerais.

Anteontem, por exemplo, em vez dos habituais dois médicos de Medicina Interna, também só esteve um a prestar serviço.

Na segunda-feira, alguns doentes abandonaram mesmo a Urgência sem ser atendidos. E, na época do Natal, um clínico geral esteve a trabalhar mais de 60 horas seguidas, por não ter quem o substituísse. O serviço só ontem terá regressado à normalidade.

 

Fonte: diário de trás -os-montes 04/01/2010



publicado por AJREIS às 09:50
Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

Dois homens foram detidos pela GNR de Chaves no âmbito de uma investigação sobre 11 crimes de furto qualificado verificados, em Valpaços, e tráfico de estupefacientes. Depois de buscas domiciliárias, foram apreendidos 25 panfletos de cocaína, 2 de heroína, um Fiat Palio, diversos objectos relacionados com o tráfico de droga, 2 computadores, 6 telemóveis, várias peças de roupa e calçado, uma caixa de ferramentas utilizadas nos arrombamentos e cheques já utilizados na prática de burlas.
 

fonte: A voz de trá-os-montes



publicado por AJREIS às 15:45
Segunda-feira, 04 de Janeiro de 2010

Não há somente factores de incapacidade interna, que provocam o despovoamento, mas também, paralelamente, existem políticas bem estruturadas, nos países estrangeiros de acolhimento, para aí fixar os nossos emigrantes, de forma definitiva.

Numa breve retrospectiva, a partir dos anos 60 do passado século, primeiro “a salto”, e depois de modo legal, grande parte da população em idade adulta, emigrou, sobretudo, para a Europa (França, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, etc.)

Desta época heróica, da emigração clandestina, conhece-se em Valpaços, como em todo o Trás-os-Montes, dramáticas “ histórias de sofrimento e de custosas passagem de fronteiras “ que dariam livros de memórias fantásticos.

Alguns desses países tinham saído há poucos anos da 2ª Guerra Mundial e tinham ficado com pouca população jovem, provocado pela perda dos milhares de soldados, que morreram nas linhas de combate.

Em Portugal devido a uma política astutamente doseada, de colaboração com as 2 facções em confronto (Aliados e Alemanha nazi), Salazar evitou que os portugueses fossem atingidos pela guerra, embora à custa de grandes sacrifícios alimentares, e mesmo fome, segundo se diz, por parte da população mais pobre.

Daqui resultou que acabada a Guerra, enquanto Portugal, tinha muita gente nova, mas muita pobreza, a Europa Ocidental, renascia da Guerra através do plano Marshall, mas faltava-lhe a mão-de-obra jovem, que tinha morrido em combate.

Portanto a emigração surgiu, como um reequilibrar dos pratos da balança, aliviando a pressão de população excedente em Portugal, para a redistribuir, pelos países europeus, ricos, mas carentes de mão de obra, não qualificada, para os trabalhos de reconstrução nacional.

Como diz o ditado, juntou-se a fome á vontade de comer, e nada conseguiu travar a população portuguesa de procurar melhores condições de vida nos países ricos da Europa.

Primeiro emigrando os cabeças de casal, essencialmente homens dos meios rurais, que viviam primeiramente em condições extremas de subsistência, nos chamados " bidonvilles".

Gradualmente as condições de vida melhoraram e começaram a chamar as famílias, passando a viver em melhores habitações e melhorando o seu nível de vida.

Os filhos foram-se integrando e frequentando o Ensino na sociedade francesa, daí sucedendo uma identificação cada vez maior com os países de acolhimento, a que se acrescentou uma maior fusão de costumes e culturas, com casamentos entre a população portuguesa e a população desses países, sendo hoje a segunda e terceira geração de origem emigrante, como franceses de pleno direito.

Com mais raízes nesses países do que em Portugal, com melhores condições de acesso á saúde e a empregos, do que em Portugal, as novas gerações, esquecem cada vez mais os países de origem dos seus pais e adaptam-se e ganham raízes, nesse países ricos que os acolheram.

Como aí se fixam os filhos e os netos, os emigrantes da primeira geração, agora já avós, embora com saudades da sua terra natal e de Portugal, vão gradualmente optando por ficar nesses países de acolhimento, junto dos seus familiares mais novos, que ai residem, trabalham e estão integrados.

A deslocalização destas enormes quantidades de famílias portuguesas, para fora de Trás-os-Montes, muitas delas, de forma definitiva, são também uma das causas do despovoamento transmontano, uma vez que Portugal não lhe criou as condições de emprego e bem-estar semelhantes às condições de bem estar, que eles têm nos países estrangeiros.

Uma politica inteligente de integração dos emigrantes portugueses, nesses países europeus, proporcionando-lhe melhor Saúde, facilidades no acesso a habitação própria, mais segurança em empregos. Agora qualificados, origina, que Portugal e Trás-os-Montes em particular sejam vistos, como lugares despovoados, desertificados e sem futuro…

Já existe hoje uma tendência gradual, para os emigrantes venderem as suas casa em Portugal, e construírem habitação própria, nos países europeus onde trabalham, como se pode detectar, a titulo de exemplo no concelho de Valpaços, neste fim de ano de 2009, onde as placas de “ vende-se” são em grande número, daqui resultando uma grande crise, no sector imobiliário.

Daqui resulta, que se cava cada vez um major abisma, entre o Trás--os-Montes pobre e isolado e os países industrializados, num tremendo ciclo vicioso, que cada vez aprofunda mais essas diferenças.

Voltando sempre á raiz do problema, enquanto não se optar, (se ainda formos a tempo?) por fazer uma regionalização eficaz e criar uma região própria de Trás os Montes, que face aos seus fracos índices económicos, aqui concentre efectivamente uma grande parte dos fundos estruturais da União Europeia, e se crie riqueza e trabalho, jamais passaremos da cepa torta.

Oxalá os políticos, neste novo ano auspicioso de 2010, façam avanços frutuosos, nestes domínios, e se consolide um adequado projecto de regionalização.

 

 

 

José Mourão: semanário transmontano



publicado por AJREIS às 10:48

Vila Real: Irmãos de cinco meses e dois anos usados para a mendicidade Crianças eram usadas para mendigar, situação que foi descoberta pelas autoridades antes do Natal

Retirados há uma semana aos pais que os usavam para a prática da mendicidade, dois bebés de nacionalidade romena estavam a viver no Centro de Acolhimento Temporário (CAT) de Vilarandelo, Valpaços. E foi exactamente desse local que esta semana a menina de cinco meses e o irmão de dois anos foram roubados por um homem que dizia ser tio de ambos. O paradeiro das crianças é desconhecido, contudo o caso já foi denunciado ao tribunal que deverá acusar o CAT de negligência visto ter permitido que o homem ficasse a sós com as crianças.

 

A situação de maus tratos em que os bebés viviam foi descoberta poucos dias antes do Natal, quando duas magistradas do Tribunal de Vila Real, ao dirigirem-se para o local de trabalho, se depararam com as crianças a pedir dinheiro na rua com os pais. Bastante maltratados, os bebés permaneciam no local há já várias horas, sujeitos ao intenso frio e à forte chuva que naquele dia se fazia sentir. Mas não choravam.

A bebé de cinco meses estava deitada no chão gélido das escadas do tribunal. Abaladas com a imagem das crianças a serem usadas para a mendicidade, as magistradas decidiram denunciar o caso à PSP. Chamada também ao local, a Segurança Social tentou durante todo o dia encontrar um local para as crianças ficarem, mas sem sucesso. Só ao início da noite foram encontradas vagas para ambas no CAT de Vilarandelo.

Os bebés ficaram à guarda do centro que, até à data do desaparecimento, ainda não tinha autorizado qualquer visita por parte dos pais dos menores.

Esta semana, um homem, também de nacionalidade romena, entrou no centro e, alegando ser tio das crianças, pediu para as ver. As técnicas acederam e deixaram as crianças numa sala com o homem. Minutos depois e aproveitando um momento em que uma funcionária se ausentou, o indivíduo desapareceu do local com os bebés, para parte incerta.

O CM tentou contactar o CAT de Vilarandelo, mas, até ao fecho desta edição, tal não foi possível.

PORMENORES

VINTE CRIANÇAS

Em funcionamento desde o dia 1 Fevereiro de 2001, o Centro de Acolhimento Temporário de Vilarandelo tem capacidade para acolher vinte crianças em situação de risco.

MUITO AGITADO

No CAT, o homem que alegou ser tio das crianças mostrou-se bastante agitado e apenas pedia repetidamente para as ver. O homem insistiu ainda durante algum tempo até que a funcionárias acedeu a que entrasse.

RENDIMENTO MÍNIMO ATRIBUÍDO À FAMÍLIA

Apesar de viverem da mendicidade, os pais dos dois bebés recebem o rendimento mínimo, que todos os meses lhes é entregue pela Segurança Social de Vila Real.

Os dois romenos são vistos com frequência naquela cidade, contudo, quando questionados pela PSP sobre o local onde residiam, disseram ter uma casa em Espinho e chegaram a dar uma morada. No entanto, o paradeiro dos pais, tal como o dos bebés, é desconhecido. A polícia espera agora que a família volte à cidade para receber o subsídio mensal a que tem direito.

 

fonte: correio da manhã



publicado por AJREIS às 10:42
Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Segurança Social arquivou a denúncia sobre trabalhos árduos por parte de utentes da Misericórdia de Valpaços.

Diz tratar-se de "tarefas simples" e "voluntárias". A queixa falava em escavar vinhas e cultivar hortícolas.

O departamento de fiscalização do Instituto da Segurança Social (ISS) já deu por concluída a fiscalização levada a cabo na Santa Casa da Misericórdia de Valpaços, após uma denúncia noticiada pelo JN, que dava conta do facto de quatro utentes estarem a trabalhar para a instituição. O processo foi arquivado. De acordo com a denúncia, quatro utentes, com idades entre os 40 e os 52 anos, executavam, com regularidade diária e há já vários anos, diversos trabalhos para a Santa Casa da Misericórdia. Dois utentes, de 40 e 52 anos, trabalhavam, sobretudo, na quinta que a Misericórdia possui em Valverde. Cavariam vinhas e fariam todo o tipo de trabalho inerente à produção, em estufa, de hortícolas. No Verão, começariam a trabalhar às 6 horas. Um terceiro utente estaria no bar durante todo o dia. E um quarto estava, há cerca de oito meses, altura em que o barbeiro que prestava serviço na instituição se reformou, a assegurar, sozinho, a feitura das barbas dos restantes utentes da Misericórdia e das valências. Além disso, por vezes, os utentes em causa ajudariam, inclusivamente, em obras de construção civil que decorrem na instituição ou nas valências. No entanto, após a acção de fiscalização, o ISS concluiu que "as actividades desenvolvidas são prestadas voluntariamente, não podendo ser descritas como árduas". "Da acção inspectiva realizada, verificou-se que as actividades desempenhadas por estes utentes são acompanhadas pela instituição, sendo considerado por esta como útil e necessário para o bem-estar dos utentes, o desenvolvimento de tarefas", informou ainda, por correio electrónico, Helena Silverinha, do ISS, para concluir: "Os utentes apenas exercem as actividades que querem, sendo tarefas simples".

Na altura em que a notícia foi publicada, o provedor da Misericórdia, Eugénio Morais, falou do trabalho dos utentes como sendo "entretenimento". "Não obrigamos ninguém. Se não trabalham, não se sentem realizados. É isso. Não escravizamos ninguém", considerou. "Os utentes não devem trabalhar para as instituições e não o fazem. As mulheres podem fazer bordados, os homens outro tipo de coisas para se entreterem ou se sentirem mais ágeis, mas de forma voluntária e sempre como actividade considerada ocupacional", defendeu, em "abstracto", por sua vez, o coordenador do Centro Distrital de Segurança Social de Vila Real, Rui Santos.

 

Fonte: JN Margarida lucio



publicado por AJREIS às 09:19
Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Uma aldeia com pergaminhos, pois foi daqui que saiu um dos ilustres governadores civis do distrito de Vila Real – o já falecido Coronel Sequeira, pessoa altamente respeitada em todo o concelho de Valpaços.

Este mesmo militar serviu com dedicação a Pátria, na época do Estado Novo, na chamada Índia Portuguesa, segundo informações recolhidas, e depois já reformado foi também um destacado director do ex-Grémio da Lavoura de Valpaços, organização esta que granjeou grande confiança junto dos agricultores de toda a região.

Homem de rija têmpera, duma verticalidade notável, grande orador e escrevendo muito bem, segundo infirmações de quem com ele lidou muito de perto, só viria a falecer, já com mais de 100 anos, em casa de seus familiares.

Porém a aldeia e freguesia, ainda que situada quase às portas da sede do concelho, sem que daqui haja, até hoje, uma ligação directa, vê-se desde há muito, limitada a uma estrada que circundando pela aldeia de Vassal, deriva depois por uma variante, para Sanfins, assim aumentando a distância, que a separa da cidade de Valpaços.

Urge pois uma estrada directa, que de Sanfins, parta pela zona dos Fornos até à rotunda dos Retornados em Valpaços, o que colocaria Sanfins a uns escassos dois ou três quilómetros de Valpaços.

Também uma ligação na aldeia, que ligasse pela parte inferior do povoado, o Cemitério ao inicio da aldeia no topo norte, passando pela zona do Sagrado, pois a velha e estreita ruela que passa pelo Eiró, é de difícil circulação e não permite mais, em certos sítios, do que a passagem dum veiculo (de quatro rodas), de cada vez.

Estas 2 ligações abririam portas para um novo futuro desta aldeia e freguesia, colocando-a a 3 passos de Valpaços, e facilitando a circulação nas suas partes laterais e proximidades, o que abriria novas oportunidades de crescimento dentro da aldeia e entre a aldeia e a cidade, tornando-se assim numa povoação atractiva, situada nas vizinhança da cidade.

Isso permitiria a fixação e repovoamento desta aldeia, que ate agora, só vê a sua população a deslocar-se definitivamente dali, para outras cidades limítrofes, ou povoações em que passem estradas principais.

 

Uma luta eleitoral renhida

 

Sem ser de antever, alguns meses atrás, a disputa eleitoral para a freguesia de Sanfins foi especialmente renhida entre o PS e o PSD, nestas autárquicas de 2009, a qual deu a vitória, ao PSD, por uma pequena maioria de votos.

É possível que a indicação dum candidato elegível, e que efectivamente veio a ser eleito para a vereação camarária, natural de Sanfins, por parte do PS, tivesse contribuído para animar os quadrantes socialistas de Sanfins, de modo a reforçar a sua vontade de poder conquistar a freguesia, o que não viria a acontecer, ainda que por uma pequena diferença de votos.

Esta eleição dum vereador socialista, para o executivo camarário, daqui natural, contrabalançando com uma Junta de Freguesia social-democrata, pode trazer maior visibilidade a Sanfins, e propiciar um mais amplo debate de opiniões, sobre as perspectivas de crescimento e acessos desta freguesia, pois tanto o PSD, partido maioritário no concelho, como o Partido Socialista, vão querer conquistar a freguesia nas próximas eleições autárquicas.

 

Fonte: semanario transmontano

José Manuel Mourão



publicado por AJREIS às 09:19

Carlos Guerra é o novo treinador do Valpaços

Zé Maria Silva
Zé Maria Silva
Na sequência dos maus resultados que o clube vinha averbando, e devido algumas divergências que iam surgindo entre o técnico Zé Maria Silva e o presidente, o Valpaços terminou o vínculo com o seu treinador.

A direcção do Valpaços, depois do despedimento de Zé Maria Silva, não perdeu tempo e Carlos Guerra é o novo treinador. O novo técnico, por razões de caris familiar, estava afastado da competição e o último clube que treinou foi o Montalegre, na época 2005//2006.

O Valpaços encontra-se no 13º lugar da Divisão de Honra, com apenas 8 pontos, somando 5 derrotas em 9 encontros, mas Carlos Guerra, um treinador conhecido pela dinâmica e garra que transmite aos seus atletas, espera mudar o figurino e, para isso, são esperadas caras novas em Val-paços.

O capitão André Ervões tomou a decisão de abandonar o clube, mas o Semanário TRANSMONTANO sabe que, com a mudança do técnico, o capitão pode também estar de regresso, bem como outros jogadores que o técnico já terá referenciado à direcção.

 

Fonte: semanário transmontano



publicado por AJREIS às 09:18
Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

     Mais uma vez foi reconhecida a qualidade impar do Azeite de Trás-os-Montes  DOP.

A Revista Escanção (Sommelier) realizou para a sua edição de Outubro uma prova cega de azeites.
Foram analisadas 40 amostras, utilizando o método 100 point European Show Scoring System e um painel de 6 provadores.
Os três únicos azeites classificados com 95 pontos (categoria Excepcional / extraordinário), pontuação máxima da prova, foram Azeite de Trás-os-Montes DOP: Acushla da Tetribérica e Cobrançosa e Rosmaninho da Cooperativa de Olivicultores de Valpaços.
Na classificação de Excelente entre 88 e 94 pontos registou-se ainda a presença do Madural da Cooperativa de Olivicultores de Valpaços (94), o Porca de Murça da Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Murça (94), o CARM Premium (91) e o Azcoa (90).
Fica mais uma vez demonstrada a excepcional qualidade do Azeite de Trás-os-Montes DOP e o seu potencial de diferenciação quer no mercado nacional quer no mercado internacional.
 
Fonte:  AOTAD 

 



publicado por AJREIS às 11:06
Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009


 
12-11-2009
Núcleos em festa

Entre sexta-feira e sábado, 13 e 14 de Novembro, vão realizar-se quatro festas de Núcleos Sportinguistas espalhados pelo país. Nestes eventos, o Sporting será representado por José Eduardo Bettencourt e Rogério de Brito.

4 Núcleos Sportinguistas estarão em festa com os seguintes programas:

Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

15.º Aniversário do Núcleo Sportinguista de Valpaços

O Núcleo Sportinguista de Valpaços festeja na próxima sexta-feira, dia 13 de Novembro de 2009, o seu 15.º aniversário com um jantar comemorativo, pelas 20 horas, na Quinta Adelaide Simões.

Representando o Sporting estarão José Eduardo Bettencourt, presidente do Conselho Directivo, e Rogério de Brito, vice-presidente do Conselho Directivo.

Programa Completo

17H45M Inauguração da sala verde do Núcleo
18H00M Recepção na CM de Valpaços
18H30M Recepção na Junta de freguesia de Valpaços
19H00M Visita a Cooperativa de olivicultura de Valpaços
19H30M Visita a Adega Cooperativa de Valpaços
20H00M Jantar na Quinta Adelaide Simões

Sábado, 14 de Novembro de 2009

15.º Aniversário do Núcleo Sportinguista de Alferrarede

O Núcleo Sportinguista de Alferrarede festeja no próximo sábado, dia 14 de Novembro de 2009, o seu 15.º aniversário com um almoço comemorativo, pelas 13h30, no Restaurante do Parque de São Lourenço.

Representando o Sporting estarão José Eduardo Bettencourt, presidente do Conselho Directivo, e Rogério de Brito, vice-presidente do Conselho Directivo.

18.º Aniversário do Núcleo Sportinguista Leões de Évora

O Núcleo Sportinguista Leões de Évora festeja no próximo sábado, dia 14 de Novembro de 2009, o seu 18.º aniversário com um jantar comemorativo, pelas 19h30, no Restaurante "Pátio Alentejano".

A representar o Sporting estará José Eduardo Bettencourt, presidente do Conselho Directivo.

10.º Aniversário do Núcleo Sportinguista de Loulé

O Núcleo Sportinguista de Loulé festeja no próximo sábado, dia 14 de Novembro de 2009, o seu 10.º aniversário com um jantar comemorativo, pelas 20 horas, no Restaurante Picapilly.

Representando o Sporting estará Rogério de Brito, vice-presidente do Conselho Directivo.

Fonte: Jornal do Sporting



publicado por AJREIS às 09:13
Segunda-feira, 09 de Novembro de 2009

 

É inaugurada amanhã, dia 8 de Novembro, na Associação Cultural Desportiva e Social de Jou, no concelho de Murça, uma exposição de pintura da autoria de António Santos Silva, um evento que estará patente ao público até ao próximo dia 15 de Março de 2010.
 
Para a abertura oficial desta exposição intitulada “O Peregrino”, o autor não esconde o “significado especial” que este trabalho tem para si, pois traduz um vasto conjunto de vivências e de pessoas de um determinado período da sua vida. António Santos Silva nasceu na aldeia de Crasto, no concelho de Valpaços, tendo ido viver para Jou, no concelho de Murça, aos dois anos de idade. Aos 24 emigra para Paris e depois de passar por diversos ofícios, actualmente tem uma empresa de pintura e restauro de imóveis onde trabalha.

O permanente contacto com a pintura levou António Santos Silva a descobri-la como processo artístico e cultural. Depois de frequentar vários cursos de pintura, escultura e modelagem no Carroussel do Louvre, junto de conceituados mestres das artes, começou a expor os seus trabalhos, participando em exposições colectivas e individuais em França, Bélgica, Alemanha e Portugal.
 
fonte: noticias de Vila real



publicado por AJREIS às 09:18
Domingo, 08 de Novembro de 2009

 

ALDEIA DE VALPAÇOS DE LUTO POR EMIGRANTE

Há 22 anos que Olímpio Carriço, de 45 anos, estava emigrado em Andorra, onde trabalhava na construção civil. Vivia lá com a mulher e o filho, Tiago, agora com 18 anos. Ontem, na pequena aldeia de Sá, em Valpaços, o ambiente era de pesar, e até ao início da noite familiares e amigos queriam acreditar que Olímpio, uma das vítimas mortais, tinha sobrevivido ao acidente.

'Ele guiava um camião que fornecia betão para grandes obras. Era amigo de todos na aldeia, uma excelente pessoa', disse ontem ao CM Abel Carriço, irmão de Olímpio, ainda atónito com a tragédia.

Ao final da tarde, a mãe de Olímpio, Maria Carriço, de 82 anos, ainda não sabia da morte do filho. Em casa da sogra do trabalhador o ambiente era semelhante. 'Ele vinha agora no Natal à terra. Estou muito aflita, ainda estou à espera da má notícia', desabafou ao CM Maria Rodrigues, 71 anos, mãe da mulher de Olímpio, Maria Cardoso, de 40.

A vítima mortal tem dois irmãos e duas irmãs, mas apenas um não está emigrado. Cerca de cem pessoas da aldeia de Sá trabalham em Andorra.

Doze horas preso em mil toneladas de betão e ferro

Seis mil portugueses trabalham na construção no Principado. Ontem estavam dezenas no viaduto que cedeu. Três morreram, seis ficaram feridos, um está desaparecido e um resistiu, soterrado, quase 12 horas

"Era um cenário terrível, com gente a correr por todo o lado, muitos feridos e pessoas em desespero." As palavras são de António da Silva presidente do Futebol Club Lusitanos, em Andorra, um dos primeiros portugueses da comunidade a chegar ao local onde um viaduto em construção, com mais de 20 metros de altura, cedeu arrastando dezenas de operários, na maioria portugueses, que ali trabalhavam.

"Alguns dos trabalhadores, em desespero, tentavam subir por cordas, outros agarravam-se aos ferros retorcidos", relata. A estrutura de ferro que servia de molde ao tabuleiro de betão que faz a ligação ao túnel de Dos Valires cedeu e provocou três mortos, sete feridos graves - estando um desaparecido - todos portugueses, segundo as autoridades do Principado de Andorra.

No local do acidente ouviam-se os gritos desesperados das vítimas. Uma delas tinha os membros inferiores soterrados sob mais de mil toneladas de betão e uma quantidade ainda maior de ferro. Durante horas o trabalhador pediu socorro. Já a noite caia e as temperaturas negativas se faziam sentir - o Principado de Andorra fica nos Pirinéus, a grande altitude - quando as equipas de socorro conseguiram chegar perto dele, entre o monumental emaranhado de ferro, acabando por resgatar perto das 24.00. Praticamente 12 horas soterrado.

Na altura do acidente - 12.00 em Andorra, menos uma em Lisboa - encontravam-se a trabalhar na obra cerca de 60 operários, a maioria dos quais portugueses. Uma das vítimas mortais é Olímpio Carriço, de 43 anos, natural de Sá, freguesia de Ervões, concelho de Valpaços. Em Andorra encontra-se quase toda a sua família, nomeadamente os cinco irmãos, um deles com ele também a trabalhar naquela obra. Ontem não se apresentou ao serviço. A família de nada sabia ao final da tarde de ontem. Em Valpaços, o primo Fernando Rodrigues disse ao DN que o primo "está em Andorra há mais de 20 anos".

É casado com uma mulher da mesma freguesia e tem um filho."Era uma pessoa alegre e dançava aqui. Estamos surpreendidos com isto e em estado de choque", diz Manuel Pinheiro que dirige o Grupo Fólclórico do Alto Minho dos Residentes em Andorra. No acidente faleceu também o encarregado da obra, com cerca de 50 anos. António Mateus era natural de S. Bento da Porta Aberta, no Gerês. Estava no tabuleiro da ponte em substituição de um outro trabalhador (galego) que tinha ido tomar o pequeno almoço. O DN não conseguiu apurar a identidade da terceira vítima.

Quanto aos feridos, seis foram de imediato transportados para o Hospital Nostra Senhora de Meritxell, em Andorra, tendo um sido transferido para o Hospital Vall d'Hebron, em Barcelona, devido à gravidade do seu estado de saúde. Segundo um porta-voz do Governo de Andorra, este trabalhador apresentaria "um traumatismo craniano e maxilofacial e um prognóstico grave" e foi operado de urgência.Para dar apoio aos familiares das vítimas foi criado um gabinete de crise, com psicólogos, no hospital de Andorra.

Ao DN, fonte oficial da Secretaria de Estado das Comunidades, assegurou que do acidente resultaram 11 vítimas, informação que coincide com a fornecida pelo Governo de Andorra. No entanto, as autoridades portuguesas chegaram a avançar existência de quatro mortos, o que não foi confirmado até ao fecho desta edição. As causas do acidente estão por apurar.

 

fonte: Diário de Noticias



publicado por AJREIS às 13:14
Sexta-feira, 06 de Novembro de 2009

Elementos da GNR de Vila Real e de Mirandela detiveram três homens em Valpaços por suspeita de tráfico de droga. Os militares andavam há vários meses no rasto dos suspeitos.

Depois de efectuadas buscas a quatro residências, a GNR apreendeu 700 gramas de cannabis, 26 gramas de heroína, oito de haxixe e sete de liamba, além de quatro viaturas, uma arma de caça, dinheiro e telemóveis.

No momento da detenção, os três homens, com idades entre os 34 e 45 anos, não ofereceram qualquer resistência.

Os três suspeitos foram presentes ao tribunal de Chaves, que lhes aplicou como medida de coacção o Termo de Identidade e Residência.

 

Fonte: Semanário Transmontano



publicado por AJREIS às 11:25
 
Ao simular um pedido de crédito, uma mulher de Valpaços descobriu que já existia outro crédito em seu nome. De 14500 euros e para a compra de um carro. Os documentos usados são falsos. O banco diz que agiu de "boa-fé".

Porque o carro que possuem já é muito velho, Lídia Cunha, e o marido, residentes em Carrezedo de Montenegro, decidiram comprar uma carrinha em segunda mão. "Estávamos a pensar fazer um crédito de uns cinco mil euros, que nunca ultrapassasse os 150 euros mensais, para não passarmos fome", diz.

Lídia, de 31 anos, é funcionária há 14 no lar de idosos de Carrazedo de Montenegro, da Misericórdia de Valpaços. Ganha o salário mínimo nacional. O marido recebe outro tanto. E têm dois filhos, de 13 e 4 anos. Quando o funcionário do banco introduziu os dados para proceder à simulação da operação bancária veio a surpresa. O casal foi informado que Lídia tinha já a seu cargo um empréstimo para a compra de uma viatura no Santander Consumer. Lídia diz que ficou para "morrer".

No entanto, a funcionária do lar de Carrazedo só ficaria a conhecer os pormenores da "burla" quando requereu o contrato do crédito, que garante a pés juntos nunca ter feito. Nas cópias dos documentos anexos ao contrato, a declaração de rendimentos apresentada, onde consta o seu nome, embora sem o apelido do marido (Cunha), dá-a como escriturária de uma empresa de limpeza do Porto, a auferir 911,50 euros mensais. "Quem me dera a mim", desabafa.

Para comprovar a morada da peticionária, foi apresentado uma factura/recibo de água, em Rio Tinto (Gondomar). Na cópia do Bilhete de Identidade, Lídia aparece como sendo divorciada e sem o apelido do marido, quando no seu BI o seu estado civil é casada.

"Não consigo perceber. As únicas vezes que fui ao Porto foi para acompanhar a minha mãe ao IPO, não perdi os documentos, não entendo como é que um banco pode fazer um crédito sem nunca me ter visto", diz Lídia, que, em Julho do ano passado, esteve na iminência de ver penhorado um terço do seu vencimento, depois de a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços ter sido notificada nesse sentido. Lídia reclamou. Mas ainda não recebeu qualquer resposta.

Queixa-crime

De acordo com o contrato do crédito, o veículo terá sido adquirido num stand de Melres (Gondomar). Lídia teria que pagar a dívida em 84 prestações de 279,75 euros. Numa carta enviada a Lídia, o Banco Santander Consumer explica que aceitou a celebração do contrato, "após análise cuidada de todos os elementos fornecidos" e que o contrato foi assinado com "assinatura conforme o BI" e que, por isso, "de boa fé, o Banco Santander Consumer Portugal SA pagou o preço do veículo".

Em declarações ao JN, por mail, o banco referiu que já aconselhou Lídia Cunha a "apresentar uma queixa-crime junto das autoridades, com vista a averiguar eventual crime de burla e de falsificação de documentos".

 

Fonte: Jornal de Noticias



publicado por AJREIS às 08:59
Quinta-feira, 05 de Novembro de 2009

Uma turma da Escola EB 2/3 Júlio do Carvalhal, de Valpaços, está sem aulas há uma semana devido ao surgimento de casos de Gripe, um deles com confirmação clínica de ser do tipo A-H1N1.

A informação foi confirmada ao tvi24.pt pelo delegado de saúde local, António Gomes. «Fechei uma turma por sete dias e reabre nesta quinta-feira, por razões clínicas. Um caso foi confirmado como sendo especificamente de Gripe A e havia outras suspeitas, que não sabemos se são desse tipo ou sazonal. Fizemos o teste a um caso específico apenas por razões de maior cuidado médico, mas a decisão também teve a ver com uma preocupação de aliviar o stresse existente na situação», explicou António Gomes, referindo-se aos alunos que têm dez e onze anos.

Preparados para mais casos

O crescente aparecimento de casos de Gripe A nas escolas foi marcante nesta semana e as autoridades estão cientes que esta é uma situação para continuar. Em comunicado, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte) admite que nos próximos meses o absentismo escolar vai aumentar.

«Considerando a evolução da situação na região e a informação que nos chega dos países da União Europeia, é de prever que nos próximos meses se observe um crescimento da procura dos serviços de saúde e do absentismo escolar devido ao aumento da actividade gripal na região Norte, à semelhança do resto do país», frisou.

«No concelho de Valença foram detectados vários clusters nos estabelecimentos de ensino e educação públicos. Importa, contudo, referir que não foi registado qualquer caso grave e que não houve necessidade de internamento», refere o mesmo comunicado, considerando que se torna «fundamental considerar o impacto que estes acontecimentos poderão vir a ter no funcionamento dos serviços de saúde, bem como na dinâmica escolar e social, reforçando as respostas previstas para os problemas que daí advêm.»

 

fonte: tvi24



publicado por AJREIS às 09:08
Quarta-feira, 04 de Novembro de 2009

Uma Feira da Castanha, aliada a um salão de vinho, um bolo de castanha com 600 quilos, a qualidade da castanha e dos produtos expostos, aliados ao bom vinho, além da animação constante, são motivos suficientes para visitar Carrazedo de Montenegro de 6 a 8 de Setembro.

O presidente da Câmara de Valpaços, Francisco Tavares, referiu que participam na Castmonte 2009 cerca de 30 produtores da Denominação de Origem Protegida (DOP). Outros tantos, com a associação da TRASVINIS, deverão expor e divulgar os melhores vinhos da região, naquele que é o primeiro salão do vinho associado á Feira da Castanha de Carrazedo de Montenegro. Uma das atracções do certame é um bolo feito de farinha de castanha importada de França, que vai ter 600 quilos e será confeccionado numa padaria da freguesia de Argeriz.

Novidade este é, também, a entronização dos primeiros confrades da Confraria da Castanha de Trás-os-Montes, recentemente constituída e que tem sede em Carrazedo de Montenegro. Durante os três dias da feira, a organização prevê receber cerca de 20 mil visitantes que podem comprar, além da castanha, também doces confeccionados com este fruto, entre outros produtos locais.

O presidente da Junta de Carrazedo de Montenegro, Alípio Barreira referiu que o certame está a "crescer de ano para ano". Filipe Pereira, técnico da Associação Regional dos Agricultores das Terras de Montenegro (ARATM), referiu que a castanha deste ano “é de bom calibre” e que o quilo está a ser vendido entre os 1.70 e dois euros à porta do lavrador.

De acordo com dados da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), na Padrela é produzida cerca de 30 por cento do total da castanha da região transmontana. As três denominações existentes em Trás-os-Montes e Alto Douro, designadamente Soutos da Lapa, Terra Fria e Padrela, correspondem a 87% da produção de castanha nacional. A Castmonte tem a organização da Junta de Freguesia de Carrazedo de Montenegro, Câmara Municipal de Valpaços e ARATM.

 

Fonte: Noticias de Vila Real



publicado por AJREIS às 13:58

 
Este ano, e pela primeira vez, o vinho também vai marcar presença na Castmonte em Carrazedo de Montenegro, Valpaços. Esta é uma das novidades reveladas na conferência de imprensa realizada dia 29 de Outubro.
Francisco Tavares, presidente da Câmara Municipal de Valpaços, refere que a feira vai manter os mesmos moldes das edições anteriores sendo reforçada com o sector vinícola e com a apresentação da Confraria da Castanha de Trás-os-Montes.
“Quando um produto tem afirmação no mercado, quando tem expressão, tem qualidade, que é conhecido extra-concelho geralmente existe uma Confraria para promovê-lo, como é o caso do vinho do Porto, a forma de o promover são os confrades. O Salão de Vinho de Trás-os-Montes, vai promover Valpaços, arrastando os produtores para Carrazedo de Montenegro onde vão expor os seus produtos. Nesta edição marcaram já presença 10 produtores”, salienta o autarca.
Ao todo vão marcar presença no certame cerca de 60 expositores, dos quais 30 ligados aos sector da castanha e 10 ao do vinho. O número de expositores, assim como o de visitantes, tem vindo, segundo os responsáveis, a aumentar de ano para ano.
“A nossa grande aposta foi sempre no produtor, seja de castanha seja da gastronomia ou doçaria da castanha, temos ganho sempre essa aposta. Embora seja difícil convencer os produtores até à feira porque eles sabem que os interessados lhe vão comprar o produto a casa” confessa Alípio Barreira, presidente da Junta de Freguesia de Carrazedo de Montenegro.
Este ano, prevêem os responsáveis, que nas zonas mais altas do concelho, onde se situa a maior parte da produção, haja mais castanha e com mais qualidade.
“A castanha continua a ser um produto altamente rentável, o produto está a ser bem pago aos produtores. Este ano, a produção deve rondar as oito milhões de quilos o que dará cerca de 15 milhões de euros ao concelho de Valpaços. A castanha da região tem saída garantida”, afirma Francisco Tavares.
No decorrer vai estar também exposto o bolo de Castanha, confeccionado no concelho, com forma de castanha e que pesa cerca de 600 quilos.
No decorrer da apresentação da Castmonte 2009, Alípio Barreira, presidente da Junta de Freguesia de Carrazedo de Montenegro lamentou o facto de ainda não haver ninguém a transformar a castanha no concelho.
“Se nós temos um produto que entra bem no mercado ainda não existe por parte dos investidores um interesse de transformar o mesmo, o que é lamentável. Eu venho há já vários anos lançando este desafio para que haja interesse de alguns produtores em transformar parte da produção, sobretudo aquela que não tem um mercado mais fácil seja transformado. É lamentável termos que ir a França buscar farinha de castanha quando nós somos produtores por excelência”, argumenta o responsável.
 
Fonte: Terra Quente
 


publicado por AJREIS às 13:55
Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Ainda que seja inegável a vitória do PSD nas eleições autárquicas do concelho de Valpaços, conseguindo 5 dos 7 lugares para a vereação e conquistando assim a quase totalidade das juntas de freguesias, o certo é que o panorama político alterou-se significativamente

Efectivamente o Partido Socialista perdeu um bastião importante que foi a Junta de freguesia de S. João de Corveira, na zona da montanha, mas ganhou um vereador camarário, metendo agora, 2 vereadores no elenco camarário.

Porém a grande novidade, foi a entrada de 2 elementos do CDS/PP na Assembleia Municipal, fruto dum bom trabalho, o que trará certamente um mais amplo debate democrático, e a aguardada apresentação de novas propostas para o concelho.

Após luta renhida, o PS conseguiu, com mérito, manter a junta de freguesia de Valpaços, e o PSD conquistou, por seu lado, de modo igualmente meritoso, a junta de freguesia de S. João de Corveira ao Partido Socialista, ficando este último, reduzido agora, às Juntas de freguesia de Valpaços e Padrela/ Tazem.

Diga-se que nesta zona da montanha – Padrela e S. João de Corveira - faz-se sentir desde há bastante tempo, a falta de investimentos urgentes como a passagem duma indispensável via rápida entre Vila Pouca de Aguiar e Valpaços e a instalação, dum desejado parque de Eólicas, tendo em conta a privilegiada situação elevada desta zona montanhosa, e que trará grandes benefícios e contrapartidas económicas a estas freguesias e ao concelho de Valpaços.

Pode-se concluir duma forma geral, que o concelho soube votar, repartindo o poder pelos partidos, que mais se esforçaram eleitoralmente.

O PSD, partido maioritário, reforçou o numero de freguesias, o Partido Socialista aumentou o número de vereadores, e o CDS/PP entrou para a Assembleia Municipal, órgão este, que devido à ampla representação das forças partidárias, pode vir a ser o centro da vida politica do concelho.

Aliás recorde-se que já anteriormente, há alguns anos atrás, as sessões da Assembleia Municipal eram muito concorridas e participadas, coincidindo essa fase da vida politica valpacense, com um grande surto de progresso do concelho de Valpaços

O lançamento de boas Vias de comunicação, principalmente o eixo Valpaços – Chaves e Valpaços-Mirandela, o incremento de energias alternativas, como a energia eólica, nas Serras da Padrela e da Senta Comba, o desabrochar duma politica de turismo e medidas tendentes a combater a desertificação, como seja a oferta de lotes públicos de terreno para construção a baixos preços deveriam ser, propostas a avançar rapidamente.

Aguardemos, com esperança, o que nos reserva o futuro próximo, face a  esta nova composição de forças, que pode vir a  gerar dinâmicas muito positivas.

 

José Manuel Mourão

Fonte: semanário transmontano



publicado por AJREIS às 10:36
Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

droga.jpgElementos da GNR de Vila Real e Mirandela detiveram, na madrugada de ontem, três homens com idades entre os 34 e os 45 anos, por tráfico de droga.

Das buscas efectuadas em quatro residências resultou a apreensão de
26 gramas de Heroína; 8 de Haxixe; 7 de Liamba; quase 700 gramas de folhas de Cannabis, bem como algumas sementes da mesma planta.
Foram também apreendidos 400€ em notas; 4 viaturas ligeiras; 1 balança decimal; 1 arma de caça e telemóveis.
A operação decorreu no concelho de Valpaços.
O Major Luís Ventura da GNR de Vila Real refere que este foi o culminar de uma investigação de alguns meses.
“É uma operação que vem na sequência de um inquérito de há alguns meses. As buscas foram realizadas em quatro residências e tiveram como resultado a apreensão dessa quantidade de droga e material relacionado com a contrafacção.”
Os três indivíduos não ofereceram qualquer tipo de resistência.
Os três indivíduos com idades entre os 34 e os 45 anos vão ser presentes esta tarde ao tribunal de Chaves.
 
Fonte: Radio Brigantia


publicado por AJREIS às 22:47
Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Foi assinado entre as duas entidades o protocolo que prevê a realização de Cursos de Especialização Tecnológica (CET) em Valpaços, que poderão significar o princípio do ensino superior na cidade.
Para começar, no ano lectivo 2010/2011, serão leccionados os cursos de “Condução e acompanhamento de obra” (área da Engenharia Civil), “Técnicas de Desporto e Lazer” (área da Motricidade Humana, Educação física e Desporto) e “Tecnologia Alimentar” (área da Engenharia Alimentar e Ciências dos Alimentos), cursos leccionados em Mirandela.
Os CET são cursos pós-secundários, não superiores, que conferem uma qualificação de nível IV. Podem candidatar-se a estes cursos todos as pessoas que possuem o 10º e 11º anos completos e/ou o 12º ano inacabado ou então já com uma qualificação de nível III. Dependendo de cada CET pode ainda ser exigido um exame especifico relacionado com as unidades curriculares leccionadas.
Cada turma funcionará com um número de alunos que vai variar  entre os 15 e os 25 e poderão ter um regime normal ou pós-laboral.
Cada CET terá a duração de um ano e meio.
De entre as mais valias oferecidas pela Câmara Municipal de Valpaços para a implementação daqueles cursos na cidade encontra-se o pagamento de uma bolsa de estudo de 100 euros por aluno, paga directamente ao Instituto Piaget.
“Penso que ao reduzir os custos para os alunos, este será um elo de atracção ao concelho”, referiu Francisco Tavares, presidente da Câmara Municipal de Valpaços, ao mesmo tempo que se diz satisfeito por alcançar um objectivo há muito ansiado, o ensino superior em Valpaços.
A autarquia prevê também que a “casa do Piaget em Valpaços” seja instalada na escola primária da cidade, cujos alunos deverão ser transferidos para o futuro Centro Escolar de Valpaços. Entre outras responsabilidades, a Câmara Municipal de Valpaços deverá garantir a realização de actividades académicas, encontros científicos e actividades dos estudantes, tal como apoiar a promoção dos cursos, das actividades académicas dos estudantes e envolvimento junto da comunidade do concelho.
Este tipo de protocolos tem como objectivo “implementar relações de cooperação estreita que reforcem a capacidade interventiva no plano do ensino superior em Portugal e que, em termos específicos, permitam contribuir para uma melhor e mais ampla formação de técnicos em diferentes áreas de especialização tecnológica, seguindo, ainda, uma estratégia de maior aproximação e integração do Ensino Superior Universitário no tecido regional onde directamente se insere.

 

fonte: Jornal terra quente



publicado por AJREIS às 09:33
Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Francisco Tavares (PSD) conquista sétimo mandato

12, Outubro de 2009, 09:39
 

 - O social-democrata Francisco Tavares vence com margem de 64,83%  avança para o seu sétimo mandato consecutivo na Câmara de Valpaços, tendo como principal adversária a única vereadora da oposição, a socialista Ema Gonçalo.

O engenheiro civil tinha apenas 29 anos quando conquistou pela primeira vez a autarquia de Valpaços e em 2005, conseguiu reforçar a votação no PSD e ganhar mais um vereador ao PS.

Para acabar com a hegemonia do PSD, o PS volta a apostar em Ema Gonçalo, com 23,42%  a única vereadora da oposição na Câmara de Valpaços e que desde Junho de 2005 desempenha as funções de coordenadora educativa da Direcção Regional de Educação do Norte.

 

RESULTADOS

 

Freguesias: 31  Apuradas (100%) Por apurar: 0 Inscritos apurados: 21.845
 
Abstenção : 45.31%
 
Nulos: 2.06% (246) Brancos: 2.03% (242)
 
Partidos % Votos Votantes
PPD/PSD
64,83%
7.745 votos
 
PS
23,42%
2.798 votos
 
CDS-PP
6,33%
756 votos
 
PCP-PEV
1,33%
159 votos
 

 

ajreis



publicado por AJREIS às 09:33
Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

foto
O Núcleo de Protecção Ambiental (NPA) da GNR de Chaves deteve, em flagrante delito, na sexta-feira da semana passada, no lugar de “Entre os Outeiros”, na freguesia de Sonim, em Valpaços, um homem de 64 anos de idade, ex-guarda fiscal, por caça ilegal (utilização de ratoeiras proibidas).

Ao infractor foram apreendidas 14 ratoeiras para capturar perdizes.

O ex-militar da Guarda Fiscal foi notificado para comparecer no tribunal de Valpaços segunda-feira, a fim de lhe ser aplicada a respectiva coima.

 

fonte: semanário transmontano

 

ajreis



publicado por AJREIS às 10:31
Domingo, 13 de Setembro de 2009

Incêndios: Cinco fogos florestais activos ao final da tarde no Norte do país.

A aldeia de Paradela Viveu e ainda continua a viver momentos de angústia, pois está rodeada pelo fogo que até ao momento lavra com grande intensidade (20:30).

 

Lisboa, 13 Set (Lusa) - Cinco fogos florestais de grandes dimensões estavam activos hoje ao final da tarde no Norte do país, afectando os distritos de Braga, Viana do Castelo e Vila Real e envolvendo mais de 240 bombeiros, apoiados por quatro helicópteros pesados.

De acordo com informações da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), às 19:30 o fogo que reunia mais meios operacionais deflagrou às 15:00 no local de Santiago Ribeira de Alhariz, Valpaços, distrito de Vila Real, tem duas frentes activas e está a ser combatido por 55 bombeiros, apoiados por 13 viaturas e dois helicópteros bombardeiros pesados Kamov.

Ainda no distrito de Vila Real lavra desde as 16:59 outro forte incêndio em Lousas, concelho de Boticas, também com duas frentes activas e a ser combatido por 69 bombeiros e um helicóptero pesado Kamov.



publicado por AJREIS às 20:30
Sábado, 05 de Setembro de 2009

Com o apoio da autarquia, o Núcleo Associativo e Empresarial de Valpaços (NAEV) levou a cabo a I Feira Franca de Valpaços, com o intuito de dar a conhecer e desenvolver produtos de excelência do concelho como o vinho e o azeite.


“Esta Feira insere-se numa acção que o NAEV tem para promover os produtos da terra e também a actividade comercial e industrial aqui do concelho. A NAEV quis ter essa iniciativa, a Câmara Municipal colaborou com esse projecto e estamos aqui a inaugurá-la pela primeira vez”, afirmou Francisco Tavares, presidente da Câmara de Valpaços, acrescentando ainda que esta é uma forma de “revitalizar, fomentar e criar outro atractivo comercial e industrial no concelho”. A autarquia espera ainda que a Feira Franca tenha continuidade nos próximos anos.


Durante quatro dias houve música tradicional, convidados que partilharam experiências de como tirar partido daqueles dois produtos, tasquinhas, degustação de vinhos e azeites e provas comentadas, entre outras actividades.


O autarca valpacense elogiou ainda a iniciativa do NAEV ao querer apostar na promoção dos produtos regionais.


“Temos que dar apoio a quem promove, ao Núcleo Associativo e Empresarial e de Valpaços que é um organismo recente, mas está incluído no espírito de servir a comunidade, de servir os comerciantes e nós temos que estar com eles e é por isso que colaboramos também nesta iniciativa. É de facto uma boa forma de promover os produtos regionais e os produtos locais”, sublinhou.


O NAEV foi criado à cerca de um ano e começa agora a afirmar-se no concelho de Valpaços.


A recente Associação é presidida por Gualter Martins e abrange todas as freguesias do concelho valpacense e todas as actividades de agricultura, comercio, indústria e serviços.


Um dos destaques desta I Feira Franca vai para a criação da Confraria dos Vinhos Transmontanos (CVTM), criada no dia 28 de Agosto, com a Câmara Municipal a servir de palco à primeira cerimónia de entronização dos mestres e oficiais fundadores da Confraria dos Vinhos Transmontanos.


Durante a cerimónia foram entronizados os mestres fundadores, pessoas relacionadas com o mundo da vinha e do vinho. Numa segunda fase, a Confraria vai também entronizar confrades.


A CVTM foi criada com o objectivo de “promover a união dos produtores de Vinho Transmontano, defender e divulgar um produto com características muito próprias e particulares no mundo dos vinhos”.

 

Fonte: Jornal Terra Quente




publicado por AJREIS às 10:03

Luis Munoz, cidadão do País Basco espanhol, estava ontem em Carrezedo de Montenegro, Valpaços, para avaliar a plantação de mais de 500 pés que tinha 'encomendado' a um casal de agricultores, quando foi detido pela GNR. O espanhol seria o comprador da droga, pagando 400 euros aos agricultores - detidos terça-feira-, para fazerem o cultivo. A maioria da droga seria para vender em Espanha. O basco, de 43 anos, com residência em Navarra, região vizinha da sua de origem, exigiu a presença dum tradutor pelo que só amanhã será presente a tribunal. Segundo a GNR não terá cadastro em Espanha. O casal ficou com Termo de Identidade e Residência (TIR) e apresentações bissemanais na GNR.

Joaquim, de 57 anos, e Virgínia, de 53, são agricultores, naturais e residentes na aldeia de Silva, Carrazedo Montenegro, onde todos estão espantados com a detenção. Cultivavam milho num terreno que ficava no lugar da Ribeira da Fraga, a pouco mais de dois quilómetros da aldeia, em zona de pinhal, propriedade de Joaquim, que terminava num terreno de difícil acesso.

Na aldeia de Silva a notícia caiu como uma bomba e eram muitos os que nem queriam acreditar, mas ao saberem que o produto era para vender no País Basco tinham medo de falar. "Deve ser é para os da ETA se encherem de dinheiro e o Joaquim e a mulher deviam estar a ser obrigados a tratar do cultivo", disse um dos habitantes da aldeia.

"Até me custa a acreditar. Sempre foram muito trabalhadores, boas pessoas e disponíveis para ajudar nos trabalhos do campo. Nunca passou pela cabeça de ninguém que andassem metidos com essa gente das drogas", disse outra moradora.

Os militares da GNR, apesar de saberem o que iam encontrar, ficaram espantados com a quantidade de plantas. No total foram apreendidas mais de 500, todas de porte superior a metro e meio de altura. Joaquim e Virgínia não ofereceram qualquer resistência e colaboraram com as autoridades.


Fonte: Diario de Noticias



publicado por AJREIS às 09:43
Quarta-feira, 02 de Setembro de 2009

Ministério da Educação - Direcção Regional de Educação do Norte -

 

Despacho n.º 19890/2009

Olema Natércia Fernandes Gonçalves, directora do Agrupamento de Escolas de Valpaços, nos termos do n.º 5 do artigo 21.º e do n.º 2 do artigo 24.º do Decreto-Lei n.º 75/2008 de 22 de Abril, respeitando o disposto no artigo 2.º do Despacho n.º 9745/2009 de 8 de Abril, designa para o cargo de adjunto da directora, o docente do grupo de recrutamento 260, António Fidalgo Quintino, com efeitos a partir do dia da sua tomada de posse, por um mandato de quatro anos.

12 de Agosto de 2009. - A Directora, Olema Natércia Fernandes Gonçalves.

 

Fonte: Legislação .org

 



publicado por AJREIS às 14:39
Terça-feira, 25 de Agosto de 2009

Dois helicópteros já foram mobilizados para o combate às chamas

Incêndio na Serra de Tavira

Quarenta e um homens combatem, em Valpaços, um incêndio florestal que deflagrou por volta das 10:45, na localidade de Ribeira da Fraga. Dois helicópteros de combate ao fogo foram mobilizados.

No local, estão então 28 bombeiros e 13 elementos do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR, apoiados por nove viaturas.

Já esta terça-feira de manhã, os bombeiros conseguiram extinguir o incêndio que lavrava no Parque Natural da Serra da Estrela
 

Fonte: TVI 24

 

 

 



publicado por AJREIS às 13:58
Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

 Núcleo Associativo Empresarial de Valpaços e a Câmara Municipal local vão realizar uma Feira Franca de 26 a 29 de Agosto, no Jardim Público da cidade. À venda vão estar dois dos produtos mais importantes, em termos económicos, para o município: o azeite e o vinho. Além disso, também estão previstas provas de degustação destes mesmo produtos. Certa é também a presença, no local, de tasquinhas, onde os visitantes poderão provar as especialidades gastronómicas de Valpaços. Em termos de animação musical, além de um festival de ranchos folclóricos, também está prevista a actuação de grupos de música tradicional.

 

Fonte: semanário Transmontano



publicado por AJREIS às 12:07
Noticias relacionadas com o concelho de Valpaços.
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