Terça-feira, 16 de Abril de 2013
Valpaços é das universidades seniores mais ativas da região, mas também ali se faz sentir a crise. O número de alunos caiu bastante, mas ainda são mais de 100. 
 
 
Uma escola bem afinada que não é só para os mais velhos
Coro é um dos orgulhos da instituição
 

A porta entreaberta deixa ouvir as vozes afinadas. Dentro da sala, mulheres e homens impecavelmente vestidos, concentração máxima, obedecem à batuta de Adérito Silveira, que todas as quartas-feiras faz os cerca de 80 quilómetros entre Vila Real e Valpaços para ensaiar o coro da Universidade Sénior local, uma das mais ativas da região. São cerca de 120 alunos. Já foram muitos mais, mas os tempos estão difíceis, atenta Bruno Salvador, presidente da Associação Ediscere, Vincere (Aprender, Vencer), que tutela a Universidade Sénior.

"A Câmara cedeu o espaço, dá apoio e nós também andamos sempre à procura de ajuda", acrescenta. Os professores dão lições de borla. Os alunos pagam uma joia de 10 euros e pagam cinco ou 7,5 euros/mês por cada disciplina.

"O voluntariado é muito forte", confirma o diretor José Freitas. "Passo grande parte do meu tempo aqui", observa Manuel Terra, funcionário municipal, que integra o elenco diretivo. "As pessoas são muito ativas", insiste.

Tão ativas que, no coro, nasceu mais uma disciplina: aulas de guitarra. Luís Carvalho, 48 anos, toca guitarra desde os oito, ensina seis alunos. Almor Magalhães, 59 anos, é um deles: "Nunca tinha tocado guitarra, mas como gosto de música inscrevi-me logo".

A oferta letiva é vasta e inclui, este ano, ténis de mesa. Passatempo para os seniores, mas aposta da associação para atrair jovens, de forma a criar uma equipa que possa competir. Até porque a Universidade Sénior de Valpaços não é só para os mais velhos. Também há gente nova. "Apostamos na aprendizagem ao longo da vida. E o convívio entre gerações é importante", diz Bruno Salvador.

fonte: JN



publicado por AJREIS às 09:59
Segunda-feira, 15 de Abril de 2013

Uma família italiana e um casal valpacense vão investir cerca de 5 milhões de euros numa fábrica de transformação de castanha, em Carrazedo Montenegro, freguesia de Valpaços. As obras arrancam no início da próxima semana e , se os prazos forem respeitados, a indústria, onde a castanha será depilada e congelada, antes de ser comercializada, já estará em funcionamento na próxima apanha.

 
 
Parceria luso-italiana investe em fábrica para processar castanha
Castanha vai ser processada em Valpaços
 

Pelas contas dos empresários, o investimento deverá empregar cerca de 30 pessoas.

A transformação da castanha, um negócio que respresenta mais de 20 milhões de euros, era uma ambição antiga. Até agora, toda a castanha produzida no concelho era vendida em fresco.

fonte JN



publicado por AJREIS às 14:40
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