Sábado, 05 de Setembro de 2009

Com o apoio da autarquia, o Núcleo Associativo e Empresarial de Valpaços (NAEV) levou a cabo a I Feira Franca de Valpaços, com o intuito de dar a conhecer e desenvolver produtos de excelência do concelho como o vinho e o azeite.


“Esta Feira insere-se numa acção que o NAEV tem para promover os produtos da terra e também a actividade comercial e industrial aqui do concelho. A NAEV quis ter essa iniciativa, a Câmara Municipal colaborou com esse projecto e estamos aqui a inaugurá-la pela primeira vez”, afirmou Francisco Tavares, presidente da Câmara de Valpaços, acrescentando ainda que esta é uma forma de “revitalizar, fomentar e criar outro atractivo comercial e industrial no concelho”. A autarquia espera ainda que a Feira Franca tenha continuidade nos próximos anos.


Durante quatro dias houve música tradicional, convidados que partilharam experiências de como tirar partido daqueles dois produtos, tasquinhas, degustação de vinhos e azeites e provas comentadas, entre outras actividades.


O autarca valpacense elogiou ainda a iniciativa do NAEV ao querer apostar na promoção dos produtos regionais.


“Temos que dar apoio a quem promove, ao Núcleo Associativo e Empresarial e de Valpaços que é um organismo recente, mas está incluído no espírito de servir a comunidade, de servir os comerciantes e nós temos que estar com eles e é por isso que colaboramos também nesta iniciativa. É de facto uma boa forma de promover os produtos regionais e os produtos locais”, sublinhou.


O NAEV foi criado à cerca de um ano e começa agora a afirmar-se no concelho de Valpaços.


A recente Associação é presidida por Gualter Martins e abrange todas as freguesias do concelho valpacense e todas as actividades de agricultura, comercio, indústria e serviços.


Um dos destaques desta I Feira Franca vai para a criação da Confraria dos Vinhos Transmontanos (CVTM), criada no dia 28 de Agosto, com a Câmara Municipal a servir de palco à primeira cerimónia de entronização dos mestres e oficiais fundadores da Confraria dos Vinhos Transmontanos.


Durante a cerimónia foram entronizados os mestres fundadores, pessoas relacionadas com o mundo da vinha e do vinho. Numa segunda fase, a Confraria vai também entronizar confrades.


A CVTM foi criada com o objectivo de “promover a união dos produtores de Vinho Transmontano, defender e divulgar um produto com características muito próprias e particulares no mundo dos vinhos”.

 

Fonte: Jornal Terra Quente




publicado por AJREIS às 10:03

Luis Munoz, cidadão do País Basco espanhol, estava ontem em Carrezedo de Montenegro, Valpaços, para avaliar a plantação de mais de 500 pés que tinha 'encomendado' a um casal de agricultores, quando foi detido pela GNR. O espanhol seria o comprador da droga, pagando 400 euros aos agricultores - detidos terça-feira-, para fazerem o cultivo. A maioria da droga seria para vender em Espanha. O basco, de 43 anos, com residência em Navarra, região vizinha da sua de origem, exigiu a presença dum tradutor pelo que só amanhã será presente a tribunal. Segundo a GNR não terá cadastro em Espanha. O casal ficou com Termo de Identidade e Residência (TIR) e apresentações bissemanais na GNR.

Joaquim, de 57 anos, e Virgínia, de 53, são agricultores, naturais e residentes na aldeia de Silva, Carrazedo Montenegro, onde todos estão espantados com a detenção. Cultivavam milho num terreno que ficava no lugar da Ribeira da Fraga, a pouco mais de dois quilómetros da aldeia, em zona de pinhal, propriedade de Joaquim, que terminava num terreno de difícil acesso.

Na aldeia de Silva a notícia caiu como uma bomba e eram muitos os que nem queriam acreditar, mas ao saberem que o produto era para vender no País Basco tinham medo de falar. "Deve ser é para os da ETA se encherem de dinheiro e o Joaquim e a mulher deviam estar a ser obrigados a tratar do cultivo", disse um dos habitantes da aldeia.

"Até me custa a acreditar. Sempre foram muito trabalhadores, boas pessoas e disponíveis para ajudar nos trabalhos do campo. Nunca passou pela cabeça de ninguém que andassem metidos com essa gente das drogas", disse outra moradora.

Os militares da GNR, apesar de saberem o que iam encontrar, ficaram espantados com a quantidade de plantas. No total foram apreendidas mais de 500, todas de porte superior a metro e meio de altura. Joaquim e Virgínia não ofereceram qualquer resistência e colaboraram com as autoridades.


Fonte: Diario de Noticias



publicado por AJREIS às 09:43
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