Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

 

 

Santa Casa perdeu o valor do sinal entregue ao proprietário de um terreno que depois desistiu de comprar
Santa Casa perdeu o valor do sinal entregue ao proprietário de um terreno que depois desistiu de comprar
Um acto de aparente precipitação levou a que a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços tivesse perdido 25 mil euros, o valor do sinal entregue ao proprietário de um terreno que depois desistiu de comprar. A propriedade em causa, situada na estrada para Lagoas, a menos de um quilómetro do campo de futebol de Valpaços, destinava-se à construção do novo lar que a Misericórdia pretende construir, no âmbito de uma candidatura de financiamento ao programa do Governo para o alargamento da rede de equipamento sociais. Aliás, terá sido por estar em cima do fim do prazo da entrega das candidaturas que terá levado à precipitação do negócio. Ao que o Semanário TRANSMONTANO (ST) conseguiu apurar junto do proprietário do terreno, a venda ficou acordada pelo valor de 150 mil euros.

“Eu nem queria um tostão de sinal porque confiava neles, foram eles que insistiriam para pegar no cheque de 25 mil euros”, contou o dono da propriedade, desgostoso com a “partida”, tanto mais que, garante, não pretendia vender o terreno. “Só o vendi porque insistiram muito e por ter consideração por eles”, nota.

Ao que foi possível apurar, a Santa Casa terá desistido da compra por ter encontrado um terreno mais barato. A propriedade em causa, junto ao cruzamento de Valverde, com cerca de 27 mil metros quadrados custou, segundo confirmou o proprietário ao Semanário TRANSMONTANO, 75 mil euros.

No entanto, também não será neste local que a Misericórdia vai construir o novo lar. O equipamento será erguido num terreno no centro da cidade, que, entretanto, um cidadão do concelho ofereceu à instituição.

Contactado pelo ST, o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Eugénio Morais, recusou dar qualquer justificação sobre a desistência da compra do terreno junto ao campo de futebol e a consequente perda dos 25 mil euros dos sinal, alegando estar a ser “perseguido” pelo jornal. Referia-se à sequência das notícias que tem vindo a ser publicadas e que envolvem a Misericórdia. Uma delas dava conta da compensação anual de 15 mil euros recebida por Eugénio Morais desde 2007, que não está prevista nos estatutos e que dois especialista em direito administrativo contactados pelo ST consideraram ilegal. Outra denunciava o facto de alguns utentes estarem a trabalhar para a instituição (o que já não estará a acontecer, após uma inspecção da Segurança Social). “Eu sou uma pessoa honesta, nunca fiquei com um tostão a ninguém”, disse apenas Eugénio Morais.

 

Fonte:

Semanário Transmontano



publicado por AJREIS às 11:57
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