Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

A Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte vai estabelecer um novo protocolo com a Misericórdia de Valpaços, proprietária do hospital local, e possibilitar a reabertura desta unidade de saúde, revelou fonte autárquica.

Esta quarta-feira, a ARS Norte, a União das Misericórdias, a Santa Casa e a Câmara de Valpaços reuniram e, segundo o presidente da autarquia local, Francisco Tavares, "a ARS Norte garantiu que irá estabelecer novo protocolo com a Misericórdia".

Por isso, referiu, "o Hospital de Valpaços irá reabrir com as mesmas valências".

O Hospital de Valpaços, administrado pela Santa Casa, encerrou a 11 de Janeiro por falta de acordo com a ARS Norte e os cerca de 40 trabalhadores ficaram sem emprego e na "incerteza" quanto à sua situação profissional.

Durante três dias, os habitantes do concelho de Valpaços manifestaram-se frente ao hospital, "exigindo" a reabertura da unidade de saúde e a reintegração dos seus funcionários.

Quanto aos trabalhadores, Francisco Tavares afirmou que "irão ser reintegrados, sob as mesmas condições salariais, à medida que as diferentes valências forem reabrindo".

fonte: JN



publicado por AJREIS às 14:11
Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011

Comeram, beberam e roubaram material cujo montante final ronda os 4 mil euros. Foi em Valpaços, na madrugada de quinta para sexta-feira.

Quando fechou o estabelecimento perto da meia-noite, o Sr. Chaves, como é conhecido na cidade, estava longe de imaginar o que o aguardava. Cerca das 7:20 horas de sexta-feira, 11 de Fevereiro, as funcionárias da limpeza do prédio Valparaíso, onde tem o Café Paraíso, davam o alerta. O vidro estava partido e havia sinais de furto.

Feitas as contas, os larápios levaram o plasma que se encontrava no estabelecimento, uma aparelhagem, tabaco e garrafas de whisky. No local havia também indícios de que terão comido “paniques” e sumos. Os prejuízos rondam mais de 4 mil euros.

O proprietário tem seguro e também alarme, mas este não terá disparado. Suspeita-se que os cabos do sistema de alarme tivessem sido cortados num outro momento, para que na hora do assalto não houvessem sinais. Alguns vizinhos dizem agora que terão ouvido barulho, mas não deram importância.

A GNR de Valpaços esteve no local e também o Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Chaves, que está a investigar o caso.

 



publicado por AJREIS às 14:04
Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

A população de Valpaços voltou a concentrar-se hoje em frente ao hospital local, encerrado há um mês, e acabou por forçar a entrada na unidade hospitalar para falar com o provedor da Misericórdia.

 



publicado por AJREIS às 14:26
Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

Ânimos exaltados marcaram esta sexta-feira uma manifestação popular com 600 pessoas em frente ao hospital de Valpaços e resultaram em alguns vidros partidos e à intervenção da GNR.

Os populares manifestaram-se frente ao hospital, encerrado há um mês, para reivindicar à Misericórdia, gestora do espaço, a reabertura da unidade e a reintegração dos seus 40 funcionários.

O hospital de Valpaços, gerido pela Santa Casa, encerrou por falta de acordo com a ARS Norte e os cerca de 40 trabalhadores foram "obrigados" a gozar os 22 dias úteis correspondentes às férias a que teriam direito.

As férias terminaram quarta-feira e os trabalhadores estão sem receber o vencimento de Janeiro e na "incerteza" quanto à sua situação profissional.

O assessor de imprensa da ARS Norte, Antonino Leite, confirmou à agência Lusa que o protocolo entre a Santa Casa e a ARS Norte cessou, mas que "está a ser estudada a possibilidade de um novo acordo com a Misericórdia de Valpaços".

Maria Carolina Borges, residente em Valpaços, considera que "a manifestação devia ter sido feita logo aquando do encerramento do hospital".

Adiantando que, "agora, as pessoas vão ter de pagar para se deslocar a Chaves ou Mirandela e nem toda a gente tem essa possibilidade".

Os funcionários do Hospital de Valpaços fizeram circular, entre a população, um abaixo-assinado para exigir a reabertura da unidade hospitalar e a reintegração dos trabalhadores.

Uma das funcionárias, Ângela Moura, garantiu que pretendem ver esclarecida a "sua situação contratual porque, até agora, ninguém disse nada" aos trabalhadores.

O provedor da Misericórdia, Eugénio Morais, reafirmou à Lusa que "os trabalhadores são da Lusipaços e não da Santa Casa".

Se o hospital reabrir, disse, "funcionará apenas como bloco operatório e consultas especializadas e, por isso, não será necessário manter tantos funcionários".

Na providência cautelar entreposta pela Misericórdia para gerir o hospital, deferida a seu favor, lê-se que a entrega da gestão da Lusipaços à Santa  Casa prevê a transferência dos "contratos celebrados com os seus trabalhadores  [...] com vista a, de imediato, assegurar a continuação dos mesmos quadros  como trabalhadores da requerente".

O presidente da câmara, Francisco Tavares, esteve na manifestação "solidário" com os funcionários e a população porque o hospital é "um bem essencial".

Para lutar pela reabertura do hospital de Valpaços, a população vai concentrar-se, novamente, frente à unidade hospitalar na segunda-feira, às 09h00.




publicado por AJREIS às 22:02
Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011

 

A Polícia Judiciária anunciou hoje a detenção de 11 pessoas suspeitas do tráfico de armas, numa operação desencadeada na região transmontana e que culminou na apreensão de várias armas e 200 quilos de explosivos.

O inspetor chefe da unidade local da PJ de Vila Real, António Torgano, explicou que a operação “Nordeste Explosivo” culminou uma investigação de tráfico e posse ilegais de armamento e explosivos, que foi desencadeada em vários concelhos transmontanos como Valpaços, Chaves, Vila Real, Macedo de Cavaleiros ou Mirandela.

Segundo o responsável, foram detidos 11 homens, com idades compreendidas entre os 40 e 60 anos.

No decurso da investigação, foram apreendidos cerca 200 quilos de explosivos, nomeadamente goma 2eco, mais de 3000 detonadores, milhares de metros de rastilho e cordão detonante e 13 armas de fogo, incluindo uma espingarda metralhadora G3, caçadeiras, caçadeiras de canos serrados e carabinas.

António Torgano referiu que esta investigação se “conjuga com um trabalho de sapa da PJ na área da investigação do tráfico de armas nesta zona do nordeste transmontana”, o qual considera ser um “fenómeno criminal que muito preocupa a polícia e que permitiu estes resultados”.

O responsável explicou que os explosivos por regra se destinam a um “tipo de actividade ligada à exploração de pedreiras”, mas referiu que são materiais também “suscetíveis de serem utilizados noutro tipo de práticas criminais como terrorismo”.

A PJ envolveu nesta operação todos os elementos da unidade de Vila Real, os quais contaram as com o apoio da GNR de Vila Real e a PSP de Vila Real e Mirandela.

Os detidos estão a ser ouvidos no Tribunal de Alfandega da Fé para aplicação de medidas de coação.

@LUSA


publicado por AJREIS às 13:59
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