Domingo, 26 de Setembro de 2010

O presidente da Câmara de Valpaços, Francisco Tavares, discordou do encerramento de algumas escolas primárias antes da conclusão do centro escolar e, por isso, não está a assegurar o transporte das crianças dessas localidades, avançou hoje à Lusa.

 

Havia um acordo entre a Associação Nacional de Municípios e o Ministério da Educação para não encerrar as escolas primárias antes do Centro Escolar de Valpaços estar concluído, mas não foi isso que aconteceu”, adiantou o autarca.

Por isso, disse, “a autarquia continua a não assegurar o transporte das crianças das localidades onde as escolas primárias foram encerradas”.

O Centro Escolar de Valpaços ainda está em fase de conclusão e, “mesmo assim, o Ministério da Educação avançou com a decisão de encerrar as escolas”.

Desta forma, “enquanto o centro escolar não entrar em funcionamento a autarquia continuará a não custear o transporte dos miúdos”.

Desde que começou o ano lectivo, o transporte dos alunos de Água Revés, Canavezes, Possacos e Valverde para a escola de acolhimento está a ser feito em táxis pagos pelo Ministério da Educação.

 

Aliás, para Francisco Tavares, “as escolas para onde vão as crianças não têm melhores condições do que as suas antigas escolas primárias que encerraram”.

O autarca valpacense afiançou que em Carrazedo de Montenegro, onde encerraram sete escolas primárias, não se opôs porque o centro escolar estava concluído”.

Em comunicado enviado à imprensa, a Comissão Política Concelhia do PS tece duras críticas ao presidente da Câmara referindo que “ as crianças do concelho de Valpaços não são todas iguais”, porque “parece haver crianças de primeira e crianças de segunda”.

Acrescentando que “é lamentável que os responsáveis deste concelho não percebam que os desentendimentos que possam ter com as tutelas e com o Governo nunca, em caso algum, podem colocar em causa o interesse dos munícipes e, neste caso concreto, os interesses das crianças”.

 

fonte: Jornal público



publicado por AJREIS às 20:09
Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

Hospital de Valpaços em risco de sobrevivência

José Ignacio acusa a Misericórdia de querer acabar com o hospital e culpá-lo a ele por isso
José Ignacio acusa a Misericórdia de querer acabar com o hospital e culpá-lo a ele por isso

Uma guerra entre a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços e dois sócios da empresa que gere o hospital valpacense está a pôr em risco a sobrevivência da unidade. Preocupado com a iminência do encerramento, o presidente da Câmara, Francisco Tavares, está a tentar mediar o conflito entre as partes. Perante a instabilidade, alguns médicos já terão ameaçado abandonar o hospital.

A gestão do Hospital de Valpaços está em combustão. A Santa Casa da Misericórdia, proprietária do edifício onde funciona a unidade e a entidade que detém o acordo com o Ministério da Saúde para que o hospital funcione quase como um hospital público para utentes do Sistema Nacional de Saúde, está em guerra aberta com dois dos três sócios da empresa que gere o Hospital, a Lusipaços, ligada ao grupo espanhol Cosaga. O acordo entre a Misericórdia e a Lusipaços não prevê qualquer interferência da instituição na gestão hospitalar. No entanto, a Misericórdia tem nas mãos um trunfo de gestão poderoso. Todas as verbas relativas ao pagamento das comparticipações do Estado pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde e de outros subsistemas de saúde estatais, como a ADSE, por exemplo, são pagas à Santa Casa, que posteriormente está obrigada a transferir para a Lusipaços. No entanto, ao que foi possível apurar, a Santa Casa estará a bloquear as transferências, estrangulando financeiramente a gestão do hospital. As verbas não transferidas já ascenderão aos 800 mil euros. E, além do pagamento do vencimento dos funcionários, a falta de dinheiro também está a afectar o pagamento do serviço dos médicos, bem como às empresas fornecedoras de material clínico. Ao que foi possível apurar, algumas operações agendadas para este sábado poderão mesmo ser canceladas por falta de material. As empresas fornecedoras de lentes intra-oculares e o laboratório de sangue já terão recusado entregar mais material se as facturas em dívida não forem pagas. A situação, como confirmou ao Semanário TRANSMONTANO o director clínico, Afonso Videira, também já levou alguns médicos a “ameaçar” abandonar o hospital. Mas o alegado estrangulamento financeiro da Misericórdia não é o único factor que está a provocar o caos na gestão da unidade, que se destaca nas áreas de cirurgia oftalmológica e ortopedia. O sócio da Lusipaços, a quem, em Fevereiro passado, a Misericórdia pagou 5.500 euros pelos 33,33 por cento da sua participação na empresa (conforme um recibo de quitação a que o ST teve acesso), um negócio que acabaria por não se concretizar, apareceu subitamente. Dario Barros Martinez, que, segundo uma informação da Guardia Civil de Ourense, a pedido de localização de um juiz de um tribunal da mesma cidade, se encontrava em paradeiro desconhecido, em Julho deste ano, quer agora assumir o cargo de gerente. No passado dia 13 interpôs uma providência cautelar, já aceite, para suspender a nomeação de um gerente que, ao que foi possível apurar, tinha sido sugerido por algumas entidades da cidade, por “gozar de prestígio” e, desta forma poder apaziguar os ânimos. Em causa estava Gaspar Borges, antigo presidente da Junta de Freguesia de Valpaços. Para justificar a providência cautelar, o advogado de Dario Martinez, o mesmo da Santa Casa, António Telmo Moreira, terá alegado ilegalidades na acta de nomeação.

Contactado pelo ST, José Ignacio Lopes, o sócio maioritário, em função de uma procuração do terceiro sócio, garante que já está a contestar a providência. “Eu sei que o Tribunal me vai dar razão, o meu problema é tempo. O pacto social obriga à assinatura de dois gerentes, e com Gaspar Borges suspenso estou de mãos atadas. Não posso sequer assinar os cheques para pagar aos fornecedores. Já este sábado podem estar em causa as cirurgias que estavam programadas”, explicou. Quanto à guerra com a Santa Casa, José Ignacio fala em “sede de poder” por parte da instituição. “Eu não entendo como é que a Santa Casa apoia o sócio Dario Barros, que desde 2001 nunca mais apareceu por aqui, tem problemas com a justiça e o fisco, e não apoia Gaspar Borges, que é uma pessoa com prestígio na cidade e até é irmão da Misericórdia. Porquê?”, questiona José Ignacio, médico de formação, para concluir: “A Misericórdia quer acabar com o Hospital, mas não quer ficar com a culpa, então, está a fazer de tudo e a usar todos os meios para que pareça que a culpa é dos ‘espanhóis’”.

Quem também não percebe a postura da Santa Casa é o director clínico do Hospital, o valpacense Afonso Videira. “A Misericórdia está a pôr em causa um acordo que assinou com uma empresa espanhola que é a Cosaga e que tem gerido o hospital, apesar de alertada por mim e pelo próprio presidente da Câmara para que haja entendimento e as coisas cheguem a bom porto”. Para Afonso Videira, se não houver entendimento, “o mais provável, é que o hospital encerre”. “Espero bem que não, porque se trata de um hospital que faz imensas cirurgias oftalmológicas e ortopédicas e presta um excelente serviço à população”, defende.

O presidente da Câmara também se mostra preocupado com a situação. “É uma mais valia local e regional, com valências que funcionam muito bem. Tudo faremos para que continue e para que as partes se sentem à mesa e resolvam o conflito”.

 

fonte: semanario transmontano



publicado por AJREIS às 11:39
Sábado, 18 de Setembro de 2010

Na aldeia de Argeriz em Valpaços há uma videira, uma só, que produz quase uma pipa de vinho. A cepa tem trinta anos e cobre por completo o terraço de uma casa.

Ver video:

 



publicado por AJREIS às 17:48
Terça-feira, 14 de Setembro de 2010

Valpaços viveu mais de uma semana de actividades para todos os gostos, proporcionadas pela autarquia. Entre 28 de Agosto e 5 de Setembro não faltaram atractivos para quem visitou a Capital do Folar, num investimento para a autarquia de cerca de 125 mil euros.

O jardim público recebeu centenas de pessoas, no sábado, 28 de Agosto, que assistiram ao XXVII Festival de Folclore, com actuações de grupos de todo o país. Foi a primeira das muitas enchentes que assistiram aos concertos e actividades culturais ao longo de mais de uma semana. O programa, que conciliou, como habitualmente, a programação profana com os festejos religiosos, apostou na diversidade, procurando assim atrair todos os tipos de público.

Desporto, Pintura ao Vivo, Gala dos Fados deliciaram valpacenses e visitantes, bem como a actuação do grupo valpacense “Cronologia dos Sons” e do Grupo de Cavaquinhos “Gerações”, de Mafamude. A procissão de velas desceu a avenida na quarta-feira, dia 1, levando o andor de Nossa Senhora da Saúde do Santuário à Igreja Matriz, seguida do concerto pela Banda Municipal de Valpaços. Na mesma noite surge outra das novidades deste ano das Festas 2010 do concelho de Valpaços: a Young Night.

Uma noite de e para os jovens valpacenses, que contou com a actuação dos “The Dog Biscuits” e DJ’s. “O artista português Fernando Pereira foi uma das principais atracões das Festas de Valpaços. O cantor e imitador português desde 1982 com contou uma multidão para o ver na Rotunda do Tanque Novo, quinta-feira, dia 2. A sexta-feira teve algumas novidades preparadas. Depois de mais uma perícia nocturna, que reúne, ano após ano, muitos amantes do desporto automóvel, a noite foi de nostalgia, num concerto apelidado de “Memórias”, que reuniu grupos valpacenses que já existiram no concelho.

Sábado, dia 4, dia da grande romaria

O primeiro sábado do mês de Setembro é sinónimo de festa em Valpaços. O dia principal das festividades em honra de Nossa Senhora da Saúde começa bem cedo, com a chegada das bandas de música e actuação das mesmas. O Circuito Motorizado começou ao início da tarde, antes da procissão, que atrai, ano após ano, milhares de fiéis, que acompanham a imagem de Nossa Senhora da Saúde da Igreja Matriz ao Santuário.

À noite o arraial contou também com a presença de Joana, cantora portuguesa de música popular. Foram milhares os visitantes que esperaram pelo fogo-de-artifício, cerca da uma da manhã, e as melhores expectativas confirmaram. No Domingo ainda houve música no Santuário de Nossa Senhora da Saúde, não antes das provas de ciclismo, que atraem à cidade dezenas de ciclistas amadores e profissionais.

 

Fonte: Noticias de Vila Real



publicado por AJREIS às 23:36
Domingo, 12 de Setembro de 2010

Dois homens com 21 e 28 anos foram detidos ontem à tarde (dia 6), em Santiago Ribeira de Alhariz, Valpaços, por posse de produto estupefaciente. A acção, desenvolvida pela GNR de Valpaços, permitiu apreender 18 plantas de cannabis cultivadas e outras 12 já em secagem. Os militares deram ainda cumprimento a um mandado de busca domiciliária tendo apreendido, por medida cautelar, uma espingarda de caça, calibre 12, registada em nome de uma terceira pessoa. Foram constituídos arguidos e prestaram Termo de Identidade e Residência.

Fonte: GNR



publicado por AJREIS às 22:18
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